“O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso”. A frase é do lendário Bill Shankly, mas permitam-me a mim - menos lendário mas bem mais bonito – discordar veementemente.
A vida sem escárnio é uma chatice brutal, e já nem falo da morte. Este espaço trilha esse caminho intermédio entre a vida e a morte. Aqui cabe o “Panenka” directo ao aconchegante colinho do keeper, o bigode farfalhudo a ocupar a lateral esquerda ou o ponta-de-lança mortífero que leva meia-dúzia de épocas para marcar três golos. Este é o cantinho deles.
Após paragem de semanas, o campeonato regressou como só ele sabe : no papel de passageiro VIP no comboio da polémica, confortavelmente sentado entre o idoso que cheira mal da boca e a mulher de meia idade que não pára de falar ao telemóvel. Deus sabe que todos já passámos por isso.
Aliás, a dita polémica começou antes do comboio sequer sair do apeadeiro : o CD Tondela solicitou o adiamento do jogo frente ao Belenenses dada a calamidade que assolou a região nos dias que antecederam o desafio. Parecia apenas uma decisão de bom-senso, correcto? Errado. O clube lisboeta negou o pedido dos viseenses, efectivamente forçando o clube auriverde a discutir os três pontos sob uma pesada aura de tragédia social e ambiental.
Coisa pouca, dirão os azuis. Segundo testemunhos recolhidos pelo “Bota que Chuta”, os profissionais do emblema da Cruz de Cristo terão mesmo acusado o Tondela de falta de sensibilidade para com os seus próprios problemas:
“Todos temos problemas.” - afirmou Filipe Chaby - “Certo, o pessoal do Norte passou por dificuldades durante os últimos dias. Mas alguém se preocupa connosco? Eu estive literalmente quatro minutos sem internet no consultório de implantes capilares com o Carlos Martins. Já alguém aqui passou quatro minutos seguidos com o Carlos Martins sem ter um escape? Não é agradável. Mais : quatro minutos numa sala de espera sem net equivalem a quatro minutos da minha vida sem ver fotos de gatinhos fofinhos.” - lamentou-se o jogador azul - “Sim, os gajos tiveram incêndios e cenas, mas a mim ninguém me veio perguntar se estava bem. Quantos gatinhos dentro de chávenas terei eu perdido? Prefiro nem pensar nisso.”
Domingos, treinador belenense, defendeu a sua dama, escudando os seus rapazes da crítica : “Não digam agora que somos feios, porcos e maus. Quer dizer, porcos até podem, porque o pessoal da logística esqueceu-se de comprar desodorizante e a coisa correu para o torto. Confesso que a viagem de autocarro para Tondela não foi agradável. Já feios, não admito. O Merlin Tandjigora é um rapaz bastante bem apessoado. Se soubesse escrever o nome dele até o punha mais vezes na ficha de jogo. Assim, prefiro optar pelo André Sousa. Não é tão bom jogador como o Tandjigora, nem tem aqueles deliciosos olhos côr-de-avelã [suspiro], mas tem de facto poucas sílabas.”, afirma com ternura. “...e nós também não temos vida fácil! Nem queiram que vos conte a história horrível do Chaby na sala de espera com o Carlos Martins! Até me falha a voz...”, lamenta um cabisbaixo Domingos enquanto enxuga os olhos.
Ainda na capital, continuamos a malhar forte no gentil tópico da sensibilidade e nobreza demonstradas frente a situações adversas.
O Sport Lisboa e Benfica teve uma semana complicada. Os resultados desportivos não prestam. A equipa arrasta-se em campo. Um ex-jogador, mini-ídolo da torcida, foi condenado a três anos e meio de mini-prisão. E como se não bastasse, a agremiação foi alvo de buscas da PJ devido a suspeitas de corrupção passiva e activa. Mau demais. Esta conjugação de eventos seria suficiente para mandar qualquer um abaixo. Qualquer um menos o Benfica, que defrontava o CD Aves.
Numa demonstração comovente de nobreza e altruísmo, o clube de Carnide permitiu aos avenses a utilização de dez jogadores de campo, mais três suplentes e o cadáver do keeper Quim. O clube de Santo Tirso agradeceu a elevação dos lisboetas através de comunicado oficial, onde se pode ler que “(...) o CD Aves está eternamente agradecido ao adversário pela compaixão e amabilidade demonstradas, ao permitir que pudessemos alinhar com tantos jogadores profissionais defronte a oponente de tão grande valia. A equipa técnica já estava preparada para escalar um cinco inicial com o roupeiro Amâncio a lateral direito e com o senhor Alípio das quotas a trinco. O que seria uma chatice, pois desta forma não haveria ninguém para recolher a mensalidade dos sócios no bar do clube ao intervalo. (...) Quando o Senhor Rui Costa desceu ao balneário, vestido de branco, e nos abençoou com seu santo aval para a utilização de tantos futebolistas, soubemos logo que poderíamos aspirar a não vencer com alguma dignidade. Foi um momento mágico.(...)”
Mas o altruísmo do clube da Luz não ficou por aqui : corria o minuto 66 quando o avense Nélson Lenho parecia estar com fomeca. Chegou mesmo a afagar o estômago e a franzir o sobrolho. O benfiquista Eliseu, confortavelmente instalado no camarote, não conseguiu ficar indiferente. Reconhecidamente incapaz de lidar com a injustiça, a fome, e adversários com duas pernas funcionais, o lateral esquerdo prontamente limpou as lágrimas com o croquete que tinha na mão esquerda e enviou um email com o rissol que tinha na mão direita. Destinatário? Vítor Ferreira, vídeo-árbitro de profissão e companheiro de inúmeras tainadas.
O “Bota que Chuta” teve acesso ao email (como? pista : foi simples) de Eliseu e avisa os leitores mais sensíveis : a compaixão tem seis letras e um pé esquerdo. “Bitó, pf vai ali ao zé da rampa buscar uma bifana num instante. Tá ali um gajo do aves com fome e sabes bem que nao suporto ver essas cenas. Prometo que dp te pago mais tarde a sério lol. Fora de tanga vai lá num instante rsrsrs”.
O valoroso Vítor, imbuído de espírito de missão, largou tudo e montou no seu cavalo alado em direcção do Zé da Rampa. Regressou trinta minutos depois, com o desafio já concluído, mas ainda a tempo de entregar a oferenda a Nélson Lenho, que a engoliu de um trago. Eliseu chorou comovido, os anjos cantaram salvas de honra e glória, e o Mundo ficou um lugar mais rico.
Porque ainda há pessoas que se importam com o seu irmão, mesmo que do outro lado da trincheira.
Aliás, a dita polémica começou antes do comboio sequer sair do apeadeiro : o CD Tondela solicitou o adiamento do jogo frente ao Belenenses dada a calamidade que assolou a região nos dias que antecederam o desafio. Parecia apenas uma decisão de bom-senso, correcto? Errado. O clube lisboeta negou o pedido dos viseenses, efectivamente forçando o clube auriverde a discutir os três pontos sob uma pesada aura de tragédia social e ambiental.
Coisa pouca, dirão os azuis. Segundo testemunhos recolhidos pelo “Bota que Chuta”, os profissionais do emblema da Cruz de Cristo terão mesmo acusado o Tondela de falta de sensibilidade para com os seus próprios problemas:
“Todos temos problemas.” - afirmou Filipe Chaby - “Certo, o pessoal do Norte passou por dificuldades durante os últimos dias. Mas alguém se preocupa connosco? Eu estive literalmente quatro minutos sem internet no consultório de implantes capilares com o Carlos Martins. Já alguém aqui passou quatro minutos seguidos com o Carlos Martins sem ter um escape? Não é agradável. Mais : quatro minutos numa sala de espera sem net equivalem a quatro minutos da minha vida sem ver fotos de gatinhos fofinhos.” - lamentou-se o jogador azul - “Sim, os gajos tiveram incêndios e cenas, mas a mim ninguém me veio perguntar se estava bem. Quantos gatinhos dentro de chávenas terei eu perdido? Prefiro nem pensar nisso.”
Domingos, treinador belenense, defendeu a sua dama, escudando os seus rapazes da crítica : “Não digam agora que somos feios, porcos e maus. Quer dizer, porcos até podem, porque o pessoal da logística esqueceu-se de comprar desodorizante e a coisa correu para o torto. Confesso que a viagem de autocarro para Tondela não foi agradável. Já feios, não admito. O Merlin Tandjigora é um rapaz bastante bem apessoado. Se soubesse escrever o nome dele até o punha mais vezes na ficha de jogo. Assim, prefiro optar pelo André Sousa. Não é tão bom jogador como o Tandjigora, nem tem aqueles deliciosos olhos côr-de-avelã [suspiro], mas tem de facto poucas sílabas.”, afirma com ternura. “...e nós também não temos vida fácil! Nem queiram que vos conte a história horrível do Chaby na sala de espera com o Carlos Martins! Até me falha a voz...”, lamenta um cabisbaixo Domingos enquanto enxuga os olhos.
Ainda na capital, continuamos a malhar forte no gentil tópico da sensibilidade e nobreza demonstradas frente a situações adversas.
O Sport Lisboa e Benfica teve uma semana complicada. Os resultados desportivos não prestam. A equipa arrasta-se em campo. Um ex-jogador, mini-ídolo da torcida, foi condenado a três anos e meio de mini-prisão. E como se não bastasse, a agremiação foi alvo de buscas da PJ devido a suspeitas de corrupção passiva e activa. Mau demais. Esta conjugação de eventos seria suficiente para mandar qualquer um abaixo. Qualquer um menos o Benfica, que defrontava o CD Aves.
Numa demonstração comovente de nobreza e altruísmo, o clube de Carnide permitiu aos avenses a utilização de dez jogadores de campo, mais três suplentes e o cadáver do keeper Quim. O clube de Santo Tirso agradeceu a elevação dos lisboetas através de comunicado oficial, onde se pode ler que “(...) o CD Aves está eternamente agradecido ao adversário pela compaixão e amabilidade demonstradas, ao permitir que pudessemos alinhar com tantos jogadores profissionais defronte a oponente de tão grande valia. A equipa técnica já estava preparada para escalar um cinco inicial com o roupeiro Amâncio a lateral direito e com o senhor Alípio das quotas a trinco. O que seria uma chatice, pois desta forma não haveria ninguém para recolher a mensalidade dos sócios no bar do clube ao intervalo. (...) Quando o Senhor Rui Costa desceu ao balneário, vestido de branco, e nos abençoou com seu santo aval para a utilização de tantos futebolistas, soubemos logo que poderíamos aspirar a não vencer com alguma dignidade. Foi um momento mágico.(...)”
Mas o altruísmo do clube da Luz não ficou por aqui : corria o minuto 66 quando o avense Nélson Lenho parecia estar com fomeca. Chegou mesmo a afagar o estômago e a franzir o sobrolho. O benfiquista Eliseu, confortavelmente instalado no camarote, não conseguiu ficar indiferente. Reconhecidamente incapaz de lidar com a injustiça, a fome, e adversários com duas pernas funcionais, o lateral esquerdo prontamente limpou as lágrimas com o croquete que tinha na mão esquerda e enviou um email com o rissol que tinha na mão direita. Destinatário? Vítor Ferreira, vídeo-árbitro de profissão e companheiro de inúmeras tainadas.
O “Bota que Chuta” teve acesso ao email (como? pista : foi simples) de Eliseu e avisa os leitores mais sensíveis : a compaixão tem seis letras e um pé esquerdo. “Bitó, pf vai ali ao zé da rampa buscar uma bifana num instante. Tá ali um gajo do aves com fome e sabes bem que nao suporto ver essas cenas. Prometo que dp te pago mais tarde a sério lol. Fora de tanga vai lá num instante rsrsrs”.
O valoroso Vítor, imbuído de espírito de missão, largou tudo e montou no seu cavalo alado em direcção do Zé da Rampa. Regressou trinta minutos depois, com o desafio já concluído, mas ainda a tempo de entregar a oferenda a Nélson Lenho, que a engoliu de um trago. Eliseu chorou comovido, os anjos cantaram salvas de honra e glória, e o Mundo ficou um lugar mais rico.
Porque ainda há pessoas que se importam com o seu irmão, mesmo que do outro lado da trincheira.
Aliás, a dita polémica começou antes do comboio sequer sair do apeadeiro : o CD Tondela solicitou o adiamento do jogo frente ao Belenenses dada a calamidade que assolou a região nos dias que antecederam o desafio. Parecia apenas uma decisão de bom-senso, correcto? Errado. O clube lisboeta negou o pedido dos viseenses, efectivamente forçando o clube auriverde a discutir os três pontos sob uma pesada aura de tragédia social e ambiental.
Coisa pouca, dirão os azuis. Segundo testemunhos recolhidos pelo “Bota que Chuta”, os profissionais do emblema da Cruz de Cristo terão mesmo acusado o Tondela de falta de sensibilidade para com os seus próprios problemas:
“Todos temos problemas.” - afirmou Filipe Chaby - “Certo, o pessoal do Norte passou por dificuldades durante os últimos dias. Mas alguém se preocupa connosco? Eu estive literalmente quatro minutos sem internet no consultório de implantes capilares com o Carlos Martins. Já alguém aqui passou quatro minutos seguidos com o Carlos Martins sem ter um escape? Não é agradável. Mais : quatro minutos numa sala de espera sem net equivalem a quatro minutos da minha vida sem ver fotos de gatinhos fofinhos.” - lamentou-se o jogador azul - “Sim, os gajos tiveram incêndios e cenas, mas a mim ninguém me veio perguntar se estava bem. Quantos gatinhos dentro de chávenas terei eu perdido? Prefiro nem pensar nisso.”
Domingos, treinador belenense, defendeu a sua dama, escudando os seus rapazes da crítica: “Não digam agora que somos feios, porcos e maus. Quer dizer, porcos até podem, porque o pessoal da logística esqueceu-se de comprar desodorizante e a coisa correu para o torto. Confesso que a viagem de autocarro para Tondela não foi agradável. Já feios, não admito. O Merlin Tandjigora é um rapaz bastante bem apessoado. Se soubesse escrever o nome dele até o punha mais vezes na ficha de jogo. Assim, prefiro optar pelo André Sousa. Não é tão bom jogador como o Tandjigora, nem tem aqueles deliciosos olhos côr-de-avelã [suspiro], mas tem de facto poucas sílabas.”, afirma com ternura. “...e nós também não temos vida fácil! Nem queiram que vos conte a história horrível do Chaby na sala de espera com o Carlos Martins! Até me falha a voz...”, lamenta um cabisbaixo Domingos enquanto enxuga os olhos.
Ainda na capital, continuamos a malhar forte no gentil tópico da sensibilidade e nobreza demonstradas frente a situações adversas.
O Sport Lisboa e Benfica teve uma semana complicada. Os resultados desportivos não prestam. A equipa arrasta-se em campo. Um ex-jogador, mini-ídolo da torcida, foi
condenado a três anos e meio de mini-prisão. E como se não bastasse, a agremiação foi alvo de buscas da PJ devido a suspeitas de corrupção passiva e activa. Mau demais. Esta conjugação de eventos seria suficiente para mandar qualquer um abaixo. Qualquer um menos o Benfica, que defrontava o CD Aves.
Numa demonstração comovente de nobreza e altruísmo, o clube de Carnide permitiu aos avenses a utilização de dez jogadores de campo, mais três suplentes e o cadáver do keeper Quim. O clube de Santo Tirso agradeceu a elevação dos lisboetas através de comunicado oficial, onde se pode ler que “(...) o CD Aves está eternamente agradecido ao adversário pela compaixão e amabilidade demonstradas, ao permitir que pudessemos alinhar com tantos jogadores profissionais defronte a oponente de tão grande valia. A equipa técnica já estava preparada para escalar um cinco inicial com o roupeiro Amâncio a lateral direito e com o senhor Alípio das quotas a trinco. O que seria uma chatice, pois desta forma não haveria ninguém para recolher a mensalidade dos sócios no bar do clube ao intervalo. (...) Quando o Senhor Rui Costa desceu ao balneário, vestido de branco, e nos abençoou com seu santo aval para a utilização de tantos futebolistas, soubemos logo que poderíamos aspirar a não vencer com alguma dignidade. Foi um momento mágico.(...)”
Mas o altruísmo do clube da Luz não ficou por aqui : corria o minuto 66 quando o avense Nélson Lenho parecia estar com fomeca. Chegou mesmo a afagar o estômago e a franzir o sobrolho. O benfiquista Eliseu, confortavelmente instalado no camarote, não conseguiu ficar indiferente. Reconhecidamente incapaz de lidar com a injustiça, a fome, e adversários com duas pernas funcionais, o lateral esquerdo prontamente limpou as lágrimas com o croquete que tinha na mão esquerda e enviou um email com o rissol que tinha na mão direita. Destinatário? Vítor Ferreira, vídeo-árbitro de profissão e companheiro de inúmeras tainadas.
O “Bota que Chuta” teve acesso ao e-mail (como? pista :foi simples) de Eliseu e avisa os leitores mais sensíveis : a compaixão tem seis letras e um pé esquerdo. “Bitó, pf vai ali ao zé da rampa buscar uma bifana num instante. Tá ali um gajo do aves com fome e sabes bem que nao suporto ver essas cenas. Prometo que dp te pago mais tarde a sério lol. Fora de tanga vai lá num instante rsrsrs”.
O valoroso Vítor, imbuído de espírito de missão, largou tudo e montou no seu cavalo alado em direcção do Zé da Rampa. Regressou trinta minutos depois, com o desafio já concluído, mas ainda a tempo de entregar a oferenda a Nélson Lenho, que a engoliu de um trago. Eliseu chorou comovido, os anjos cantaram salvas de honra e glória, e o Mundo ficou um lugar mais rico.
Porque ainda há pessoas que se importam com o seu irmão, mesmo que do outro lado da trincheira.
“Todos temos problemas.” - afirmou Filipe Chaby - “Certo, o pessoal do Norte passou por dificuldades durante os últimos dias. Mas alguém se preocupa connosco? Eu estive literalmente quatro minutos sem internet no consultório de implantes capilares com o Carlos Martins. Já alguém aqui passou quatro minutos seguidos com o Carlos Martins sem ter um escape? Não é agradável. Mais : quatro minutos numa sala de espera sem net equivalem a quatro minutos da minha vida sem ver fotos de gatinhos fofinhos.” - lamentou-se o jogador azul - “Sim, os gajos tiveram incêndios e cenas, mas a mim ninguém me veio perguntar se estava bem. Quantos gatinhos dentro de chávenas terei eu perdido? Prefiro nem pensar nisso.”
Domingos, treinador belenense, de“Todos temos problemas.” - afirmou Filipe Chaby - “Certo, o pessoal do Norte passou por dificuldades durante os últimos dias. Mas alguém se preocupa connosco? Eu estive literalmente quatro minutos sem internet no consultório de implantes capilares com o Carlos Martins. Já alguém aqui passou quatro minutos seguidos com o Carlos Martins sem ter um escape? Não é agradável. Mais : quatro minutos numa sala de espera sem net equivalem a quatro minutos da minha vida sem ver fotos de gatinhos fofinhos.” - lamentou-se o jogador azul - “Sim, os gajos tiveram incêndios e cenas, mas a mim ninguém me veio perguntar se estava bem. Quantos gatinhos dentro de chávenas terei eu perdido? Prefiro nem pensar nisso.”
Domingos, treinador belenense, de