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A imprensa britânica está atenta a Gyokeres e a imitadores como Gabriel Magalhães. E, já agora, a Haaland e ao imitador Skelly. Quem diria que a celebração do golo, o orgasmo do eterno Bi Bota, se tornaria numa arma de provocação e comunicação?
Weaponisation, um termo usado em várias áreas e agora no ritual do golo. Segundo o Daily Telegraph, a origem desta expressão teatral começa quando Andros Townsend, do Everton, imitou o nosso CR7 ao marcar um golo. A lista é longa: Bukayo Saka mandou um bitaite a James Maddison, autor da pose 'Jogador de Pub', lançando dardos.
Até ao momento, e apesar da lei que pune comportamentos provocadores, os árbitros não costumam aplicar a sanção possível, ou seja, o cartão amarelo.
E, aqui chegados, a coisa torna-se mais séria e já envolve Direitos de Autor: Mbappe, Bellingham e Cole Palmer contactaram o Gabinete de Propriedade Autoral da União Europeia para registarem a forma como celebram os seus golos, que são muitos!
Os respetivos clubes parecem encorajar a criatividade teatral e a Oitava recorda que, e apesar do feudo entre eles, Andy Cole e Teddy Sheringham celebravam os seus golos pelo United, apesar de não se falarem fora do Campo.
O Campeonato do Mundo de Clubes será, certamente, o próximo passo de invenção das celebrações. Mas, se tivermos de fazer um top-10, o SIUUU de CR7 e a sua pose Guerreira dificilmente será ultrapassado.