07/06 - 19:45
07/06 - 20:00
08/06 - 17:30
08/06 - 20:10
09/06 - 03:00
09/06 - 15:30
09/06 - 16:00
09/06 - 18:00
1. Bolachas
Se, de facto, o tempo é circular, tivemos um excelente jogo do meu FCP, dividido em duas partes, como vem nas regras: a segunda em Antuérpia, mais a primeira em Vizela. Pumbas, 90 minutos do melhorzinho que vimos esta época. Mas como vocês são uns picuinhas, vão dizer que não é assim, renhónhó mimimi jogos diferentes, só conta meia parte de cada um. Seja feita a vossa vontade: juntando a primeira parte de Antuérpia com a segunda de Vizela, temos um belo retrato do que fomos fazendo em quase toda esta época. Vai daí, abençoados 45 minutos, mais descontos, que nos deixam a sorrir.
Na Bélgica, o fator Evanilson foi decisivo. Mesmo que o treinador se tenha enrolado em explicações e contradições, naquele seu estilo “deixa-me cá apontar já a evidência e fazer de conta que não é…evidente”. Sobre a eventual titularidade do avançado, apraz-me dizer:
- Bolacha, bolacha. Louro quer bolacha.
A propósito do que, que grande bolacha do Eustáquio - grande nome para papagaio, já agora - a quase encerrar o jogo em Vizela, apesar do esforço conjunto de Sanchez e Carmo para o reabrir.
2. Alegria no trabalho
Os tolinhos da estatística e os hipsters do comentário podem inundar-nos de números e análises complicadíssimas, tornando as suas especialidades em coisas relevantes. Mas a gente é pessoas meio burras das bancadas e sente nas miudezas que, Champions ou Vizela, a alegria faz muita diferença. O permanente sorriso de Evanilson, a frescura juvenil e a utopia Messiânica de Conceição filho, ajudaram muito nos tais bons desempenhos. Contagiada, por eles e por um desenho tático que lhe convém - mérito do treinador - a equipa cresce, deixa de desconfiar de si e, pasme-se, desata a marcar golos e a espalhar amor.
Sim, amor. Evanilson melhora Taremi que melhora tudo o que o rodeia. Parecem namorados que, maduros emocionalmente, decidiram sair com outras pessoas, só para terem a certeza de que foram feitos um para o outro. Se tivermos que os substituir no nosso romance de cordel, teremos Namaso e Fran. Nunca Toni. Esse servirá para galã solitário, pinga amor parte corações, eternamente solteiro. É mesmo assim tão simples, não precisa complicar.
3. Caderneta de cromos
O posto médico do FCP deve estar a ponto de ser integrado no SNS. É mais gente que povo à porta. Alguns dos problemas não se resolverão de todo, nomeadamente a questão dos centrais. Isso atira-nos para janeiro e, na minha opinião, para Famalicão, onde temos um cromo que pode completar a nossa coleção na posição. Negociar com aquela malta não é doce, mas até é capaz de termos outros cromos para a troca.
Uma nota para a segunda estreia desta época na B que merece ficar registada: depois de Mora, Candé. Guardem isto e vamos conversando sobre eles uma vez por ano.
Next, please.
Outros disparates sobre bola, a vida e copos de 3 em http://atascadosilva.blogspot.com