As principais figuras do duelo entre Sporting e Arsenal, referente à 1ª mão dos oitavos de final da Liga Europa, que terminou com um empate a duas bolas.
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Se não fosse ele....
Apesar dos dois golos sofridos, um sem qualquer culpa no reportório, a verdade é que toda a linha de três centrais do Sporting esteve muito bem na partida e prova disso é que Martinelli passou algo ao lado do jogo durante algum tempo, mas houve um elemento que se destacou dos restantes: Jeremiah St. Juste. O central neerlandês encheu o campo do seu lado, fez um corte assombroso num lance genial de Martinelli e ainda acrescentou algo quando foi adaptado a ala direito. Está cada vez mais a ser o Juste que Rúben Amorim quer e precisa.
Regresso feliz
De regresso a Portugal, o internacional sub-21 português mereceu a titularidade e mostrou porque é que Arteta afirmou que lhe estava a dar boas dores de cabeça. Fábio Vieira fez de Odegaard e foi sendo o principal organizador de jogo dos gunners, ficando até perto do golo num par de vezes.
Uma afirmação completa
O jovem central francês foi um forte investimento do Arsenal no passado e esta época finalmente está a fazer valer esses valores, mostrando-se ser uma das grandes revelações da época. Defensivamente, é dificílimo passar por ele, pelo seu tamanho e velocidade, e ainda acrescenta no ataque às bolas paradas, como mostrou hoje.
Paulinho? Paulão
A época até pode ter começado lenta, mas o avançado português começa finalmente a entrar no ritmo e mostrou instinto de matador, surgindo no meio dos centrais adversários, para fazer, na altura, o 1-2. Pena aquele lance que falha quando vai isolado, porque seria o culminar de uma grande exibição.
Perde-se no miolo
Mais uma vez, o internacional luso baixou para o meio campo para substituir na ausência de um dos habituais titulares, mas desta vez não era jogo para Pote no meio campo, uma vez que do outro lado estava uma equipa mais ofensiva do que se vê em Portugal e com médios mais possantes. Teve dificuldades em acompanhar na defesa e pouco espaço para se mostrar no ataque. Arranca o jogo logo com uma oportunidade que devia ter feito melhor.
Voltou a oscilar
A oscilação a nível exibicional do extremo luso continua e hoje foi mais um desses jogos. A espaços, ainda mostrou alguns bons recortes técnicos ao nível da transição ofensiva, mas na maioria do jogo esteve demasiado escondido e não se viu, facilitando a missão de Ben White. Pede-se mais.





