Os destaques da partida entre o Sporting e o FC Porto, que terminou com vitória portista por 1-2. Uribe e Pepê fizeram os golos portistas, Chermiti reduziu para os leões perto do fim.
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Dá para tudo
Cada vez mais à imagem do FC Porto e de Sérgio Conceição. O período de adaptação já lá vai e, superadas essas dificuldades, Pepê transformou-se no jogador que o treinador portista queria. Faz de Otávio, faz de Evanilson, faz dele próprio. Um jogador cada vez mais completo com uma grande qualidade: raramente joga mal. Passou por várias posições e conseguiu ser sempre o melhor em campo.
Na raça
O uruguaio é cada vez mais fundamental neste Sporting, mas é nos jogos grandes que se evidencia mais. Com muita atitude e intensidade, teve missão complicada, tendo em conta o pendor ofensivo de Pedro Gonçalves, mas não virou a cara à luta e raramente perdeu batalhas. Deu a sensação que podia jogar sozinho no meio-campo leonino (e talvez tenha jogado...).
A viver o momento
Atravessa uma fase muito positiva e no Clássico teve o cenário ideal para brilhar, tendo em conta a fraca oposição de Fatawu e Trincão. O internacional sub-21 português aproveitou para voltar a fazer a diferença no momento ofensivo, onde mostrou que, depois da saída de Porro, pode ser o lateral direito mais perigoso do campeonato. Confiante e em claro crescimento.
Nos melhores momentos
Desapareceu na segunda parte, mas isso não apagou o que foi fazendo até então. O inglês usou a capacidade individual em prol da equipa e criou os principais lances de perigo dos leões, tendo mesmo ameaçado o golo. Falta-lhe alguma regularidade (e golo) para atingir um nível mais alto, mas é um jogador capaz de decidir nos pormenores, especialmente quando tem por perto um lateral a jogar em largura, como aconteceu com Bellerín.
Na crença
Nota-se que está a passar por algumas dificuldades físicas que fazem com que este não seja o seu melhor momento, mas tinha de aparecer nos destaques pelo golo que marca e é decisivo. Na crença, jogou na antecipação, ganhou o ressalto e finalizou com classe, à ponta de lança. Cresceu depois do golo, até porque a missão mudou a partir desse momento.
Dinâmico
Passou por alguns jogos menos conseguidos, mas voltou a apresentar um bom nível frente ao FC Porto, com quem gosta de jogar. Agressivo, no bom sentido, nas abordagens defensivas, foi o jogador mais desequilibrador a passar pelo flanco esquerdo do Sporting, o que por si só diz quase tudo, tendo em conta que jogou como central. Os melhores lances da primeira parte, começam em incursões do brasileiro.
Pode ser o futuro
Teve uma partida de altos e baixos, mas mostrou que o futuro do Sporting pode passar por ele. Apesar de alguns erros na decisão, o avançado mostrou bons pormenores aqui e ali, ganhou vários duelos e apareceu com perigo em três ocasiões. Ainda lhe falta frieza, por isso é que acabou com uma taxa de sucesso de 33,3 por cento. Em três, marcou um.
Não estava preparado
Nuno Santos foi gerido e a ideia de Amorim era apostar na potência de Fatawu, mas o jovem ganês mostrou não estar preparado para jogar um jogo destes... numa posição daquelas. Nem foi defesa, nem atacante, foi facilmente ultrapassado por João Mário e saiu ao intervalo, sem bons indicadores para um futuro próximo. Tem potencial, mas não conseguiu mostrá-lo nesta partida.
Indisponível
Tinha amigdalite, mostrou-se disponível para jogar, mas claramente não estava em condições de o fazer. Curto nas suas ações, quase sempre erradas, saiu sem grandes apontamentos, tirando algumas receções e passes errados. A partida deste domingo não ajudou a recuperar a confiança que foi perdendo ao longo dos últimos meses.





