A seleção nacional Sub-23 realizou, esta terça-feira, o primeiro de dois duelos com a congénere francesa, e empatou a duas bolas (2-2). Esta foi uma partida histórica, sendo a estreia deste escalão, que substituiu os Sub-21.
Os comandados de José Luís Mendes entraram mais fortes e dinâmicos, tendo aberto o marcador por intermédio de Luís Fernandes, que aproveitou um erro adversário e fuzilou o guardião Jérémy Ramsany. No minuto seguinte, Pedro Santos ampliou a vantagem na sequência de um canto estudado.
Contudo, os gauleses conseguiram responder ainda no primeiro tempo. Marouane Rezzoug reduziu para a sua equipa, após um ataque rápido que apanhou os lusos de surpresa.
Na segunda parte, Portugal tentou criar uma margem de maior tranquilidade no marcador, porém, o jogo foi mais dividido. Lahcen Asname empatou a partida aos 23', numa reposição rápida de Ramsany que colocou a equipa das quinas em contra pé. Apesar de oportunidades de parte a parte, o resultado não mais se alterou.
As equipas voltam a encontrar-se esta quarta-feira, pelas 16h00, no Pavilhão Municipal dos Desportos de Vila Real, o mesmo local desta partida.
Rafael Freire em discurso direto:
«Sabíamos que ia ser uma partida difícil, França tem jogadores fortes tecnicamente e são bons nas transições, um momento do jogo onde errámos e foi isso que ditou o empate. O nosso objetivo é melhorar para o segundo jogo. Vamos analisar o que fizemos de positivo e negativo. Neste escalão estamos a um patamar da Seleção AA, por isso é sempre bom e temos de continuar a trabalhar»
José Luís Mendes em discurso direto:
«2-0 no futsal nunca é um resultado confortável, mas tivemos situações no final da primeira parte para ir com 3-1 ou mesmo 4-1 no marcador. Houve momentos do jogo que não são, normalmente, muito agradáveis para os treinadores, ou seja, tornou-se um jogo instável, com muita transição e perdas de bola. França tem muita qualidade, assim como nós, embora nós tenhamos mais organização. Foi um excelente momento competitivo. Vamos tentar corrigir algumas coisas. Não podemos tornar o jogo tão instável, temos de ser muito mais seguros a atacar. Em organização defensiva até estivemos bem. Temos de fazer um jogo mais seguro»






