Sporting e Benfica ofereceram, aos adeptos presentes no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, um jogo emocionante até ao fim! As águias levaram a melhor sobre os verde e brancos e acabaram a noite a levantar o oitavo troféu, na sua história, de tal competição.
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Trubin, com um grande voo para travar a grande penalidade de Trincão, foi a figura decisiva do encontro!
«Estou aqui!»
O guardião ucraniano defendeu o que havia para defender. Sim, caro leitor, não teve imenso trabalho, mas assim é a vida de um guarda-redes de equipa grande. Quando os seus colegas mais precisaram dele, cumpriu! Não teve culpas no golo dos leões (grande penalidade de Gyokeres) e apareceu em grande no desempate da marca dos onze metros ao travar o remate de Francisco Trincão, garantindo a oitava Taça da Liga para os encarnados!
You shall not pass
Esta «muralha» tem apenas 21 anos, caro leitor. Ao lado de St. Juste forma uma dupla praticamente imbatível. É imperial pelo ar e um senhor com a bola no chão. Apesar da grande envergadura, é dificilmente batido em sprint. Posiciona-se cada vez melhor e, tal como Maldini dizia, «é obrigado a sujar os calções menos vezes». Um senhor.
Mas tu não te cansas, miúdo?
As palavras começam a escassear para o agora jogador mais novo de sempre a participar numa final da Taça da Liga. O endiabrado ala português tem um pulmão inesgotável e foi uma dor de cabeça para Tomás Araújo (principalmente) do primeiro ao 72.º minuto - altura em que o defesa português foi substituído. Está atento, mister Roberto Martinez?
«Não sabes o que fazer? Segue o Viking!»
O comandante do navio de Rui Borges. É o farol da equipa, de longe a maior referência dentro de campo e aquele para onde os colegas olham quando as coisas não estão a correr de feição. O sangue nórdico, habitualmente gelado, que lhe corre nas veias, permite-lhe aliar um fogo que tem dentro de si, a uma calma impressionante. É a alma desta equipa, seja com bola, seja sem ela. Impressionante.
O polvo está de volta
Aí está ele. Um dos melhores em campo, apesar de ter cometido uma grande penalidade sobre Maxi Araújo. Isso diz muito da exibição do «polvo» encarnado. Foi o bombeiro de emergência a proteger o meio-campo encarnado e a dobrar as costas dos alas. Deu muito trabalho a Gyokeres & companhia quando estes tentavam vir buscar jogo atrás. Com bola foi cumpridor. Jogaço!
Imperial
Aí está a resposta num dos maiores palcos do futebol português! O jovem central havia sido contestado nas últimas partidas pelas exibições abaixo do nível a que nos tinha habituado, mas hoje voltou a ser António Silva! Foi osso duro de roer para Viktor Gyokeres e, ao lado de um Otamendi em grande nível, quase não permitiu que os avançados dos leões tivessem espaço e tempo de ferir a baliza de Trubin. Imperou na defesa encarnada.
E o golo, Sr. Pavlidis?
A bola teima em não entrar. O avançado grego trabalha muito, corre, pede bola, disputa lances e batalha, mas… não faz golos. Nunca pareceu uma verdadeira ameaça perante os defesas verde e brancos, mesmo não tendo sido abundantemente servido pelos colegas. Precisa de ganhar confiança. Não chega.
Abaixo do esperado
O jovem central leonino teve muitas dificuldades para travar Schjelderup na primeira metade (o norueguês foi substituído ao intervalo). O golo dos encarnados surgiu desta forma. Tremeu em alguns momentos na saída com bola e pouco ofereceu a nível ofensivo. Esteve abaixo do esperado.





