Terminada a época das equipas B! Com Pinto da Costa no estádio, o Olival recebeu, esta sexta-feira, o clássico que abriu a última jornada da II Liga e a equipa mais forte foi o Benfica, que venceu o FC Porto (2-3) e se redimiu dos desaires da equipa principal.
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Enquanto o FC Porto se apresentou praticamente na máxima força, o Benfica ficou desfalcado com as muitas chamadas à despedida da época da equipa A. Isso notou-se na primeira parte, mas na segunda - que foi bem mais quente - tudo mudou... a favor das águias.
Duas partes com cores diferentes
Uma bela cara para se despedir de 2021/22. Foi assim que o FC Porto se apresentou no clássico das equipas B, apresentando uma grande personalidade e um controlo total das operações numa primeira parte em que se esperava mais do Benfica.
Os meninos de Folha surgiram muito soltos, com combinações de encher o olho e de fazer vibrar as bancadas do Olival. Foi com esse ímpeto que o 1-0 chegou, autoria de Danny Loader, a antecipar-se à defesa do Benfica após cruzamento de Gonçalo Borges.
Havia menos Benfica do que o esperado, mas ainda assim houve empate na reação ao golo, com uma má saída dos portistas a resultar no empate marcado por Jair, ao segundo poste. E a reação à reação não se fez esperar, com o FC Porto a mexer com o jogo, apesar da menor intensidade.

Loader, de penálti, deu justiça ao marcador ao intervalo, mas esta foi mesmo a última aparição do melhor FC Porto no Olival. A segunda parte trouxe um Benfica bem diferente, para muito melhor, e mais eficaz, novamente aproveitando erros defensivos dos portistas: saída de bola em zona proibida, penálti e golo de Duk na recarga à defesa de Meixedo.
Galvanizada por novo empate, a equipa encarnada não demorou muito a carimbar a reviravolta. Nóbrega subiu mais alto que toda a gente e cabeceou na perfeição para o 2-3... que mudou todo o jogo.
Em vantagem, as águias baixaram linhas e obrigaram o FC Porto a procurar o golo, nem sempre com o critério que se exigia. Com as muitas substituições, as quezílias normais de um clássico - seja em que escalão for -, o jogo perdeu qualquer fio condutor e apesar das muitas tentativas portistas... deu Benfica.





