Quatro dias depois do primeiro embate, esta terça-feira é tempo de novo duelo entre Portugal e Áustria. Em solo austríaco, o resultado caiu para as anfitriãs (2-1), mas os sinais mostrados por Portugal deixaram bem claro que é possível conseguir outro desfecho neste segundo encontro, a contar para a Liga das Nações, na Póvoa de Varzim.
Desde logo, há um ponto que é crucial que seja melhorado: a eficácia. Na passada sexta-feira, Portugal criou inúmeras oportunidades, mas pecou sempre na hora da finalização. Assim, parece simples e receita do sucesso: manter o registo e adicionar uma pitada de eficácia.
Problema central
Porém, são esperadas mudanças no onze português. Com a dispensa de Ana Seiça, devido a lesão, multiplicam-se as dúvidas no centro da defesa. Caso Francisco Neto opte pelo habitual 4-3-3, este será um encontro com uma dupla inédita, uma vez que as opções são: Diana Gomes, Mariana Azevedo e Maria Miller.
Por sua vez, este condicionalismo - uma dupla inédita num jogo de extrema importância - pode levar o Selecionador Nacional a optar por outra estratégia e utilizar o 3-5-2. Aí, já seria viável a entrada das jogadoras experientes, podendo Portugal iniciar o jogo com Ana Borges, Diana Gomes e Lúcia Alves como trio defensivo.
Seja qual for a estratégia escolhida por Francisco Neto, a verdade é que há coisas a melhorar e talvez um elemento surpresa possa ajudar a levar a melhor sobre o conjunto austríaco.
Recorde-se que, à entrada para a quarta jornada da Liga das Nações, Portugal soma três pontos, fruto do triunfo com a Noruega. Para já, o objetivo primordial é chegar ao segundo posto, que garante diretamente a manutenção na Liga A. Se este não for alcançado, a missão será o terceiro lugar, que dará acesso a um play-off. O quarto posto, note-se, dá despromoção direta à Liga B.



