Depois das duas vitórias na Fase de Grupos da Taça EHF, o FC Porto voltou a bater o Holstebro (26x28), desta vez na atribuição do terceiro e quarto lugar da competição.
Tal como aconteceu nos outros encontros, a partida começou equilibrada, com os pupilos de Patrick Westerholm a conseguirem a primeira vantagem significativa (6x4). Dentro da tendência do equilíbrio que estava a marcar o jogo, os portistas reagiram e igualaram (9x9). No entanto, Sebastian Frandsen cresceu na baliza dinamarquesa e baixou a eficácia ofensiva dos azuis e brancos.
Do outro lado, o artilheiro Magnus Bramming, Lars Nielsen-Mousing e Jonas Porup, na reta final, castigaram os dragões, que chegaram ao intervalo a perder 16x14.
Na segunda metade, Thomas Bauer substituiu Alfredo Quintana na baliza portista e assumiu um papel preponderante. Além desta mudança, Magnus Andersson puxou do 7x6 e esta conjugação de estratégias culminou numa remontada. Os lusos deram a volta e conseguiram uma vantagem confortável de três golos (17x20). A reação do Holstebro não demorou e o empate acabou por chegar (21x21).
Ao contrário do jogo com o Fuchse Berlin, os pontas portistas estiveram inspirados e ajudaram a construir este triunfo. Areia e Branquinho mataram as esperanças dos dinamarqueses, que não souberam aproveitar o 7x6 e viram o FC Porto dilatar a vantagem. Apesar da reação final dos nórdicos, o pódio não fugiu aos azuis e brancos, que coroaram esta fantástica campanha com um honroso terceiro lugar.
A nível individual, Kay Smits (6) e Jonas Porup (5) foram os melhores marcadores do emblema dinamarquês, enquanto Diogo Branquinho e António Areia (ambos com sete golos) foram os artilheiros dos portistas.


