Em grande! O FC Barcelona voltou a conquistar a Supertaça Ibérica, agora perante o Sporting e após a conversão de livres de sete metros 31-31 (4-3 g.p). Os comandados de Carlos Ortega acabaram por ser mais felizes em Matosinhos e levam para a Catalunha mais um troféu para o museu do clube: excelente duelo entre dois emblemas que vão estar na próxima edição da EHF Champions League.
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Tal como seria de esperar, o início da partida foi simplesmente frenético, fruto de dois estilos de jogo que apostam bastante na velocidade como uma das principais armas. A prova desta narrativa recaiu no marcador, uma vez que os conjuntos já tinham apontado 16 golos (oito para cada lado) com apenas 13 minutos decorridos, após vários contra-ataques e combinações com os respetivos pivots, que terminaram em golo.

Acima de tudo, 30 minutos iniciais dignos de uma fase avançada da EHF Champions League e que tiveram ascendente por parte dos bicampeões nacionais, que partiram para os balneários em vantagem por 13-15, após um remate falhado por parte de Dika Mem. Estava tudo em aberto para o segundo tempo, sendo que Carlos Ortega teria de corrigir mais aspetos comparativamente a Ricardo Costa.
Foi até ao fim
O reatar da partida demonstrou duas equipas com menos eficácia em termos atacantes, seja por falhas técnicas ou defesas dos respetivos guarda-redes contrários: Emil Nielsen e André Kristensen. No entanto, o FC Barcelona foi, aos poucos, recuperando terreno, até empatar o jogo com nove minutos decorridos. Pouco tempo findado, passaram mesmo para a frente do marcador, agora com Blaz Janc, Emil Nielsen e Luís Frade no centro das atenções, 'obrigando' Ricardo Costa a solicitar um desconto de tempo (23-21).
A conversa acabou por dar resultado, uma vez que o Sporting subiu de rendimento e voltou a colocar tudo na estaca zero aos 18´, altura em que Carlos Ortega parou o jogo para preparar os instantes finais em Matosinhos. Essa tarefa, aliás, ficou 'facilitada' com o cartão vermelho direto a Mamadou Gassama, que foi para a bancada após uma falta perigosa no ataque catalão.
A incerteza reinou tomou conta da narrativa nos minutos finais, período em que ambas as equipas mostraram capacidade para conseguir alcançar um desfecho positivo. No entanto, foi o FC Barcelona a fazer a festa, após a conversão de livres de sete metros para definir o vencedor desta Supertaça Ibérica 2025, disputada a um elevado ritmo durante este fim-de-semana: 31-31 (4-3 g.p). Excelente amostra da modalidade!



