As figuras do jogo particular entre Portugal e o Catar.
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As alas foram todas dele
Começou na direita e encheu a ala. Passou para a esquerda e manteve o nível. Diogo Dalot fez um jogo exímio a nível defensivo e ainda melhor a nível ofensivo, onde teve mais espaço para se mostrar. Encheu os corredores, cruzou e apenas uns meros centímetros lhe tiraram o golo que coroava uma grande exibição. O passe que faz para Ronaldo na 1ª parte é magistral.
Trabalhou e foi premiado
Começou no centro do ataque, mas teve que descair para uma das linhas muitas vezes devido à presença de Cristiano Ronaldo em campo. No entanto, isso não ofuscou a exibição de André Silva, que trabalhou muito na frente, mexeu e fez mexer, jogou e fez jogar. Acabou por marcar um bom golo à ponta de lança.
Estreou-se com atitude
Diogo Costa e Matheus Nunes começaram de início, mas foi Rafael Leão quem mais se evidenciou na estreia pela seleção nacional. O avançado do Milan entrou com vontade, mexeu muito na ala esquerda, fez uma grande assistência para André Silva a acabar e apenas não se estreou com um golo porque o poste o travou. Deixou água na boca para o futuro.
Gere o jogo
João Mário tem estado em grande forma neste arranque de temporada ao serviço do Benfica e tem aproveitado para passar essa forma para a seleção quando tem oportunidades. Num jogo onde o Catar esteve quase sempre no seu primeiro terço, Portugal teve muito bola e foi quase sempre o centrocampista a gerir o ritmo do jogo. Foi ainda muito útil ao nível da pressão aquando da perda de bola.
Fez o único erro
Apesar dos três golos sofridos, não se pode dizer propriamente que o Catar tenha estado mal defensivamente. A seleção comandada por Félix Sánchez ainda treme muito quando enfrenta seleções mais rápidas nos processos, mas esforça-se muito para corrigir esses erros. Bassam Hisham acabou por ser o mais perdulário, «oferecendo» por completo o golo a Cristiano Ronaldo num lance aparentemente simples de resolver.





