Grande desequilibrador
Tal como Marko Raguz e Dominik Frieser, também Thomas Goiginger foi uma dor de cabeça para o Sporting e acabou por ser o melhor em campo. Fez um bom da sua velocidade e aproveitou da melhor maneira a falta de entendimento no lado direito da defesa adversária (Neto e Miguel Luís tiveram muitas dificuldades). Esteve perto do golo por várias vezes.
Lutador
No primeiro tempo, à semelhança dos seus companheiros de ataque, foi vítima da desinspiração coletiva que se abateu sobre o Sporting. Na segunda metade, o brasileiro mostrou eficácia na primeira vez que teve uma oportunidade para finalizar e embalou a equipa para a vitória. Foi sempre o elo procurado para esticar jogo, fez uma assistência e ainda falhou uma chance de golo cantada, em cima do apito final.
Bom instinto
Luta pela titularidade com João Klauss e mostrou que é uma boa dor de cabeça para o seu treinador. Protagonizou várias interceções, recuperações de bola e mostrou muita lucidez na hora de dar seguimento às jogadas de ataque. Além disso, mostrou instinto de matador, assinando um belo golo.
Outro agitador
Uma das armas do LASK era a velocidade dos seus avançados, assim como as movimentações e isso confirmou-se. Frieser mostrou muita destreza com a bola nos pés e bateu por diversas vezes os seus marcadores diretos. Os seus movimentos interiores também desestabilizaram a defesa leonina.





