Está feito e logo em grande estilo. Portugal continua sem qualquer tipo de derrota no Mundial 2025 e conseguiu assegurar, este domingo, o primeiro lugar do Grupo III da Main Round, na sequência de uma exibição consistente diante do Chile (46-28), que já não lutava por nenhum objetivo concreto. Segue-se, agora, um duelo complicado contra a Alemanha, mas nos quartos-de-final da prova.
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Apesar das respostas chilenas, Portugal colocou-se na frente do marcador logo nos primeiros instantes e rapidamente implementou todos os seus argumentos para justificar o favoritismo. Paulo Jorge Pereira, numa primeira instância, começou com os jogadores com mais tempo de jogo, sendo que nomes como Ricardo Brandão ou Miguel Oliveira também foram chamados para dentro da quadra.
O selecionador nacional ainda pediu um desconto de tempo para corrigir pequenos detalhes, fazendo com o que o resultado ao intervalo fosse 22-17. Francisco Costa e Martim Costa foram, uma vez mais, os principais impulsionadores do ataque lusitano, que encontraram as estratégias necessárias para ultrapassar uma seleção a lutar apenas pelo orgulho.
Um só sentido
A segunda parte trouxe um Chile mais atrevido, capaz de se aproximar do marcador, um cenário que obrigou Paulo Jorge Pereira a tentar corrigir pequenos detalhes para «diminuir» as esperanças contrárias para uma eventual surpresa nesta última partida da Main Round. Dito e feito, pois a diferença entre as duas equipas foi cada vez maior.
Portugal continuou a defender um nível altíssimo (Gustavo Capdeville somou algumas defesas), enquanto o ataque também permaneceu em bom plano. Por outro lado, os chilenos estiveram durante largos minutos sem marcar, tendo em conta as inúmeras dificuldades que foram somando, dada a atitude competitiva contrária, que foi a mesma até ao apito final. O triunfo português terminou fixado em 46-28.
Em termos individuais, Francisco Costa esteve em claro destaque, uma vez que apontou nove remates certeiros. Do outro lado, Erwin Feuchtmann foi o jogador mais inconformado - oito golos -, porém, de nada serviu para alterar este desfecho. Segue-se, agora, mais um duelo histórico diante da Alemanha, uma das equipas mais fortes em prova.

