Portugal venceu o Chile por 7-1 e garantiu o primeiro lugar do grupo A. A seleção nacional somou uma exibição segura e sem grande oposição. A turma de Renato Garrido sabe que vai jogar esta quinta-feira às 22:30, mas ainda não tem opositor, pois Moçambique e Alemanha só jogam às 15 horas.
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Contextualizamos para quem não souber como surge a Alemanha nesta equação. Como sempre acontece em edições de World Skate Games, paralelamente ao mundial principal decorrem outros mundiais, neste caso o Intercontinental Championship e o Challenger Championship, uma espécie de segunda e terceira divisão.
A organização, de forma a premiar o trabalho das seleções do Intercontinental Championship, faz com que o vencedor de cada grupo, da segunda competição, dispute um jogo frente aos últimos classificados de cada grupo do mundial principal (Chile, último classificado do grupo A e Moçambique, último classificado do grupo B). É aqui que surge a Alemanha, que venceu o grupo B da Intercontinental , tal como a Colômbia, do português André Torres que vai defrontar o Chile para tentar chegar aos quartos-de-final.
Estes jogos vão acontecer ao início da tarde desta quinta-feira e os vencedores dos respetivos jogos vão jogar os quartos-de-final de final à noite contra Portugal e Argentina.
Ser forte e não tremer
Quanto ao jogo com o Chile, Portugal entrou com um espírito muito forte e seguro. A equipa de Renato Garrido, à semelhança do que tem feito em toda a prova, demonstrou uma grande tranquilidade na hora de atacar a baliza, mas desta vez nem precisou de sofrer grande ansiedade, pois Telmo Pinto inaugurou o marcador logo aos dois minutos.
A seleção das quinas voltou a ter um grande caudal ofensivo, mas a eficácia voltou a estar em níveis baixos, embora seja justo escrever que o guarda-redes do Chile na primeira parte esteve inspirado. No entanto, os rapazes lusos foram sabendo ter bola e atacar com tranquilidade. O empate entre a Itália e a França deram a Portugal a serenidade perfeita para abordar o jogo com o Chile.
Destaque ainda para a limitação de utilização de Gonçalo Alves. O avançado lesionou-se frente à França e à semelhança do que aconteceu contra a Itália só entrou para bater uma grande penalidade e assinar o golo da praxe.


