As principais figuras do encontro entre Portugal e Itália, que a turma lusa venceu por 5x3.
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O silêncio dos críticos
É um dos jogadores que mais sofre com as críticas e o selecionador já justificou o porquê das suas chamadas constantes. Esta noite, em Liubliana, Dany Mota provou que é mais do que um avançado trabalhador: também tem golo! Um primeiro de belo efeito e um segundo com instinto oportunista. Merecia uma exibição assim e é um dos principais responsáveis pela passagem às meias-finais.
Muito talento
Realizou uma temporada muito acima na média no Monza (Serie B) e Dany Mota sabe bem do valor do seu companheiro de equipa. Frattesi foi o principal foco de perigo da seleção italiana com e sem bola. Cerebral, tecnicamente evoluído e eficaz no último passe, assistiu para os primeiros dois golos, esteve perto de marcar um e ainda deu um ar da sua graça no terceiro. E ainda acabou o jogo a fechar o lado direito devido à expulsão de Matteo Lovato...
É muito evoluído
Dá para perceber o porquê de Fábio Vieira se ter tornado numa das grandes figuras da seleção sub-21. Contra a Itália, o médio do FC Porto voltou a ser o mesmo de sempre: figura nas bolas paradas, construção de jogo ofensiva e sempre com muito critério com a bola nos pés. Foi um espetáculo ver a dinâmica no miolo durante vários minutos da primeira parte com Vitinha e Bragança.
Provocou muitos calafrios
Já é conhecido por ser um jogador de uma entrega assinalável, mas Cutrone, mesmo entrando numa fase tardia, agitou completamente o jogo da Itália, fazendo com que Portugal recuasse muitos metros (inclusive em superioridade numérica) para trás. Marcou um, esteve perto de marcar outro quando o 4x3 aparecia no marcador e a nível técnico deu muito nas vistas.
Que força!
Entrou com a corda toda para refrescar o flanco esquerdo e foi por aí que criou o 3x3 (da autoria de Cutrone) que deu prolongamento. Foram alguns minutos infernais para a defensiva portuguesa e Sottil apareceu como um dos principais culpados, mesmo tendo caído com o passar do tempo.
Desligado e desinspirado
Um dos elos mais fracos de Portugal. Titular no flanco esquerdo, Tomás Tavares não esteve no seu melhor e passou momentos de enorme dificuldade, tal como os restantes companheiros de setor. Muitas vezes parece desligado do jogo e, acima de tudo, demasiado macio na abordagem aos lances.





