Não deu para o espetáculo, deu para afogar as mágoas, pelo menos. No último jogo caseiro, o Braga recebeu e bateu o Portimonense por 2x0, assegurando uma despedida bem mais condizente com os pergaminhos do clube.
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Xadas deu o mote
Sem grandes objetivos pela frente, a não ser a honra e o profissionalismo, Braga e Portimonense proporcionaram uma primeira parte relativamente interessante, com sinal mais para os da casa, que souberam tirar partido de uma entrada forte. Na verdade, o Portimonense poucas vezes apareceu nos primeiros 20 minutos...

O Portimonense soube sacudir a pressão, mas as oportunidades não foram muitas junto à baliza de Tiago Sá. Apenas um excelente cruzamento que quase chegava aos pés de Jackson, um par de iniciativas de Paulinho e uma vantagem justa, apesar do recuo no terreno e da perda de intensidade e qualidade ofensiva.
Controlar e marcar
Já com o agitador Murilo em campo, os bracarenses regressaram dos balneários com vontade em controlar as operações, mesmo que para isso o esférico passasse a ser mais do Portimonense, que pouco incomodou a baliza de Tiago Sá, apesar das boas intenções de Paulinho e Tabata.

Até ao final, o jogo abriu e as oportunidades surgiram com naturalidade. O estreante na baliza algarvia respondeu bem num par de ocasiões e Boa Morte falhou o golo da honra isolado, na outra baliza. E, entretanto, a Pedreira acordava para dar força rumo a uma nova época.









