As figuras do jogo do Portugal - Escócia, a contar para a 2ª jornada da fase de grupos da Liga das Nações, que a equipa das Quinas venceu por 2-1.
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Chegar aos 30 em grande
Completou 30 anos este domingo e arranjou motivo para festejos suplementares. Ladeado defensivamente pela presença de João Palhinha (1ª parte) e Rúben Neves (2º tempo), Bruno Fernandes desempenhou papel fulcral no resultado, começando por descobrir linhas de passe para o trio de ataque, em especial, para as correrias desenfreadas de Rafael Leão. Sempre confiante na sua meia distância, contou com a má leitura de Angus Gunn para rubricar o primeiro capítulo da reviravolta lusa. De grande nível em dia de aniversário!
Leão... ou gazela?
Principal agitador do ataque português na primeira parte, o extremo do Milan bateu na velocidade a oposição de Anthony Ralston, vezes sem conta. Sempre com a baliza debaixo de olho, viu Angus Gunn negar-lhe o golo por várias ocasiões. Manteve o nível no segundo tempo e entendeu-se a bom nível com Nuno Mendes, antes de ser rendido por João Félix.
Golo e não só
Entrou ao intervalo depois de uma primeira parte onde os remates de meia distância foram a principal solução para tentar ultrapassar a muralha defensiva escocesa. Sem a mobilidade de outros tempos, emprestou ao jogo qualidades associativas que, por pouco, não deram a João Félix o golo da reviravolta. Acreditou até ao fim e carimbou os três pontos para Portugal com uma emenda tão oportuna como eficaz.
Locomotiva em crescendo
Algo tímido durante a primeira parte, embalou para uns segundos 45' de grande projeção ofensiva, apesar do trabalho que Ryan Christie representou no momento defensivo. Funcionou quase como um terceiro extremo, conferiu boa largura ao jogo português e, claro, cruzou com a qualidade necessária para a preciosa concretização de Cristiano Ronaldo.
Fez jus à fama
Surpreendeu o Estádio da Luz com a «testada» vitoriosa, que cimentou a fama goleadora deste possante médio. Uma das principais figuras da Escócia, foi parte ativa das boas saídas rápidas - na fuga à pressão lusa - da equipa britânica na direção da baliza de Diogo Costa, a par dos colegas de setor, Gilmour e McLean.
Ponto de fuga
De longe o elemento mais exposto da seleção escocesa, desde cedo demonstrou grandes dificuldades para travar as mudanças de velocidade de Rafael Leão. Acabou nas covas incontáveis vezes e resistiu ao cartão amarelo até aos 85'. É certo que não é fácil contrariar o poderio português, mas esteve claramente abaixo do nível dos colegas. Angus Gunn acabou mal batido no golo de Bruno Fernandes, mas selou a baliza britânica por variadíssimas ocasiões.





