De bicicleta!
Não foi um jogo de encher o olho, mas deixou boas indicações a Conceição. O avançado espanhol desperdiçou algumas oportunidades no arranque do encontro, mas tinha reservado um belo momento para o fecho da primeira parte. O passe de Otávio foi muito bom, a oposição defensiva não foi a mais eficaz e a finalização dificilmente seria melhor. Daqueles golos para ver e rever.
Deixou marca
Mehdi Taremi formou com Toni Martínez dupla no ataque do FC Porto e, tal como o avançado espanhol, também fez o gosto ao pé na deslocação ao Barreiro. A primeira oportunidade do encontro saiu dos pés do iraniano, que não foi muito feliz, cenário que viria a mudar na segunda parte, quando Felipe Anderson ofereceu o segundo do encontro a Taremi. Mostrou que pode ser uma boa opção.
Capitão
Na ausência dos principais capitães, coube ao médio brasileiro o papel de capitão. Esteve apenas pouco mais de uma hora em campo, mas foi o suficiente para se mostrar sempre muito esclarecido, tendo sido dos pés do camisola que saiu o passe para a finalização fantástica de Toni Martínez no primeiro golo do encontro, que abriu caminho para a vitória dos azuis e brancos no Barreiro.
Esforçado
Não foi propriamente o melhor jogo para os jogadores do Fabril mostrarem toda a sua qualidade com a bola nos pés, uma vez que a posse esteve maioritariamente no lado do FC Porto. Ainda assim, a equipa do Campeonato de Portugal mostrou personalidade, não se limitando ao denominado chutão. Entre os destaques pela positiva, Nuno Sá procurou dar soluções à sua equipa, mostrando uma disponibilidade física e mental para atacar e defender.
Estou aqui!
O jovem médio foi uma das novidades no meio-campo portista e aproveitou a oportunidade para reclamar mais alguns minutos a Sérgio Conceição. É verdade que o adversário não colocou muitas dificuldades, mas nem isso faz com que o jogo do jovem internacional português deixe de merecer o destaque. Sempre muito tranquilo com a bola nos pés, Romário foi o pêndulo dos dragões.
Nervoso
Acabou por ser um jogo ingrato para os avançados do Fabril, sobretudo para Ivan Reis, que teve de correr muito mais sem bola, à procura de cortar as linhas de passe aos defesas do FC Porto. Ainda assim, sempre que teve a bola do seu lado, o atacante cabo-verdiano mostrou-se sempre um pouco nervoso, não conseguindo dar sequência às jogadas. Sem surpresa, acabou por ser o primeiro a ser substituído.





