Ao nono jogo da temporada, a invencibilidade do Sporting está oficialmente encerrada. Foi em casa que o leão foi ao chão, frente a uma Atalanta que aproveitou a desastrosa entrada do adversário para se afirmar no primeiro lugar deste grupo da Liga Europa.
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Amorim mostrou uma segunda face depois do intervalo. A equipa cresceu e Alvalade pareceu acreditar num empate, quiçá reviravolta, mas o resultado não foi além de um 1-2 favorável aos italianos.
Amasso em Alvalade
Duro, desapontante e confrangedor. Talvez até arrasador, para os adeptos que se deslocaram em peso a Alvalade à espera de ver um bom jogo da sua equipa e em vez disso foram confrontados, desde logo, com os piores 45 minutos da equipa na temporada.

O verde da esperança já estava altamente enfraquecido quando, aos 32 minutos, Giorgio Scalvini abriu o marcador. Num lance em que os centrais se mantiveram na área de Adán bem depois de um canto, o jovem internacional italiano, de apenas 19 anos - também o destacámos antes do jogo - atirou a contar.
Lookman ia ameaçando o 2-0 pelo lado esquerdo do ataque e foi precisamente ele quem assistiu o ala dessa faixa para que esse resultado se verificasse ao intervalo. Foi Matteo Ruggeri, com o primeiro golo de uma ainda curta carreira. Do outro lado, assobios tímidos a uma equipa que também sabia o quão mal tinha estado.

Reação insuficiente
A Deusa, como é conhecida esta equipa em Itália, estava satisfeita. Não faltam motivos para sorrir quando o plano funciona na perfeição e se está a vencer além-fronteiras, especialmente quando os golos são marcados pelos dois jovens da formação bergamesca.
O leão, em contraste, estava bastante insatisfeito. Tanto que Rúben Amorim aproveitou o intervalo para fazer uma tripla mexida, colocando em campo o capitão Coates e a verticalidade de Edwards e Geny. Apenas sete minutos depois do reinício, o Sporting teve a sua primeira ocasião do jogo, com Gonçalo Inácio, lançado por Edwards, a ficar a centímetros de reduzir.

Esse golo encerrou a série de mais de 400 minutos sem sofrer golos que a Atalanta vivia, mas seria o único para os de verde. Mesmo insistindo, a equipa portuguesa não conseguiu contornar o défice que acumulou no primeiro tempo.
Embora insuficiente, vale a reação num jogo aparentemente perdido.










