Os destaques do triunfo encarnado na Amoreira (1-2), numa partida sublinhada pela primeira parte eficaz e segura do Benfica, a contrastar com os erros da equipa da casa. Otamendi e Kokçu foram decisivos e os melhores em campo na partida.
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Espelho da competitividade
Foi agressivo, fortíssimo nos duelos e ainda mostrou-se capaz com bola. Esteve na origem do primeiro golo das águias - soltou com precisão, num passe longo, para Pavlidis, que acabou na finalização certeira de Aursnes - e conseguiu, aos 35', garantir o 0-2 para o Benfica, num cabeceamento forte. É certo que esteve mal no lance que resulta no penálti do Estoril, mas também é certo que foi «salvo» por Trubin e o lance acabou por não ter impacto. Aliás, a falta acabou por negar um golo feito aos canarinhos.
Intenso, dinâmico e chave
Se há jogador determinante na recuperação do Benfica nesta segunda metade da temporada, o seu nome é Orkun Kökçü. O turco voltou a realizar uma exibição de grande competência sem ser dos mais vistosos. Consciente do ponto de vista tático, o médio mostrou-se ao jogo do ponto de vista defensivo - abraçou cada duelo como se fosse o último - e ainda teve preponderância do ponto de vista ofensivo, com a assistência que desbloqueou o marcador.
Consistente e finalizador
Não conseguiu inaugurar o marcador à primeira, mas conseguiu à segunda. Inteligente na ocupação dos espaços, forte na pressão e voraz no contra ataque, o norueguês surgiu no sítio certo, ao minuto sete, para inaugurar o marcador na Amoreira. Um golo que permitiu algum conforto às águias para gerir o jogo de outra forma sem bola.
Defesas que valem títulos
Depois da exibição inacreditável em Guimarães, o ucraniano praticamente não teve muito trabalho contra o AVS e, contra o Estoril, voltou a não ser constantemente chamado a intervir, contudo, na maior oportunidade da partida disse presente. Defendeu o remate (ainda que fraco) do avançado do Estoril da marca dos 11 metros e foi decisivo para o desfecho da partida.





