Portugal empatou no última jornada da fase de grupos da Liga das Nações diante da Croácia (1-1), num duelo que ficou marcado por duas faces completamente diferentes da turma de Roberto Martínez. Estes foram os grandes destaques do encontro.
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Nunca joga mal
Quer em clube, quer na seleção. Vitinha é um tratado de bola no pé e dá vida a qualquer jogo em que seja chamado. Viu-se na segunda parte diante da Polónia, viu-se esta segunda-feira diante da Croácia. Decisivo e dinâmico, o médio do Paris SG demonstrou ser o verdadeiro motor de Portugal, mais uma vez.
Acendeu a luz no ataque
João Félix não tem sido abençoado ao longo da carreira e nas mais variadas decisões. Na Croácia, foi decisivo e mostrou que, com liberdade, volta a ser o Félix que, em miúdo, desbravava os relvados de Portugal. A receção no lance que origina o golo é muito bem executada e, nos vários lances em que foi chamado, tentou sempre mostrar serviço.
Em todo o lado
É central, é verdade, mas está sempre presente em qualquer lado. Josko Gvardiol parece um ser omnipresente em campo e, diante de Portugal, confirmou isso mesmo. O jogador do Manchester City foi fulcral para este ponto angariado pela seleção croata em Split, com uma capacidade física imponente, mas, também, uma visão de jogo preponderante.
Não fosse a lesão...
E seria uma estreia de alto nível. Tomás Araújo somou, diante da Croácia, a sua primeira internacionalização pela Seleção A de Portugal e mostrou uma grande exibição durante todo o tempo em que esteve no relvado. Muito seguro na posição, nos duelos e até mesmo na construção de jogo, o central do Benfica fica com um sabor agridoce, após a lesão numa estreia que estava a correr bastante bem.





