Pelo segundo ano consecutivo, a DFB Pokal tem o patrocínio da Red Bull e tem chancela do Leipzig. No Olympiastadion Berlin, os comandados de Marco Rose nunca deixaram que o Eintracht estivesse perto de tocar na taça, vencendo a final por 2-0.
Com André Silva de fora por lesão e com Aurélio Buta a titular no lado da equipa de Frankfurt, o jogo até começou equilibrado, com uma primeira parte em que o Eintracht ofereceu a bola ao Leipzig e conseguiu controlar as iniciativas ofensivas do adversário.
Nomes como Szoboszlai, Werner ou Nkunku raramente apareceram em termos ofensivos, mas o compacto bloco do Eintracht também fez com que a equipa, na frente, não fosse a mais assertiva em relação à baliza do Leipzig. Faltou risco de parte a parte, mas isso mudou no segundo tempo.
Depois do intervalo, o RB Leipzig foi verdadeiramente irrepreensível, instalando-se no meio-campo contrário. Muita bola, muita criatividade e notava-se que era uma questão de tempo, apesar do Eintracht continuar a fazer da sua vertente defensiva o seu ponto mais forte. Algo que durou até ao golo de Nkunku.
O craque do Leipzig, aos 70', puxou a bola da esquerda para o meio e com alguma sorte à mistura - foram dois os ressaltos que traíram Trapp - acabou por inaugurar o marcador e terminar com as aspirações do Eintracht. Ainda faltavam 20 minutos... mas até ao apito final só deu mesmo Leipzig.
O Eintracht não teve capacidade para reagir à desvantagem perante tamanho dominío do Leipzig após o golo e Dominik Szoboszlai acabou por matar, definitivamente, o jogo com o 2-0 aos 85´ e carimbar uma nova Taça de Alemanha para o RB Leipzig.


