As principais figuras da final do Europeu sub-21 entre Alemanha e Portugal, que a Mannschaft venceu por 1x0.
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Impressionante
Um lateral como homem do jogo... É raro, mas não impossível. E a exibição de Baku comprova isso mesmo: uma força da natureza! Defendeu, atacou, criou imensos problemas à defesa lusa - em especial a Abdu Conté - quer pelo centro, quer pela ala e ainda descobriu Nmecha no golo da vitória. É uma verdadeira pérola, tanto que Joachim Löw já o chamou à seleção AA.
Escreveu o nome na história
Foi dos seus pés que nasceu o único golo do encontro que, consecutivamente, deu o Europeu sub-21 à Alemanha. Para além disso, foi sempre uma dor de cabeça para os centrais portugueses - que estiveram muito bem! - e até ameaçou mais do que uma vez a baliza de Diogo Costa. É rápido, desmarca-se bem - o golo comprova-o -, tem golo e qualidade para outros voos.
Fez o que conseguiu
Faltaram uns bons centímetros para evitar o remate vitorioso de Nmecha, sendo que evitou males maiores antes e depois desse momento. Seguríssimo dentro dos postes, Diogo Costa foi um dos elementos em maior destaque do lado luso por ter realizado várias defesas de elevada complexidade. Não merecia...
Que monstro!
Uma 'monstruosidade' de exibição. No bom sentido, claro. Quando Portugal tentava avançar por dentro, aparecia Dorsch. Quando Portugal tentava pelas alas, aparecia Dorsch. Saiu já muito desgastado depois de uma partida de enorme entrega física e mental, comandando a equipa juntamente com Maier no meio-campo. As palmas do selecionador germânico aquando da sua substituição foram esclarecedoras...
Sempre a abrir para trás e para a frente
Contra a Espanha ficou demasiado desamparado no flanco face à qualidade dos adversários, mas na final foi outro Dalot. Vertiginoso no ataque e sempre ligado na defesa, pelo que até realizou vários cortes importantíssimos para travar contra-ataques. Em suma, uma exibição muito bem conseguida do lateral do AC Milan.
Tanto calafrio...
É verdade que caiu um pouco na segunda parte e foi substituído, mas nos primeiros 45 minutos foi o principal foco de perigo do lado alemão. Os 18 anos dizem pouco, até porque se trata de um verdadeiro diamante. Deu que fazer à turma lusa e cheirou o golo - valeu a barra da baliza de Diogo Costa.
Ele bem tentou
Tentou, uma vez mais, levar Portugal para a frente, assumindo bola e desempenhando um papel importante na marcação de bolas paradas. Esteve perto de marcar, de assistir e de conseguir a tão desejada pontinha de sorte. Foi eleito o jogador do torneio e isso simboliza tudo.
Infeliz
Nas meias-finais manteve-se seguro mesmo com muita qualidade pela frente, mas, na final, Abdu Conté não conseguiu dar o que deu precisamente contra a Espanha. Não atacou, sentiu-se sempre inseguro com a bola nos pés e acabou por ficar ligado ao golo do triunfo alemão, dando muito espaço a Baku para criar o lance.





