Cabeça no lugar
O capitão dos flavienses foi uma autêntica muralha, não dando muito espaço ao tridente ofensivo dos leões, e ainda foi bastante participativo na manobra ofensiva da equipa liderada por Vítor Campelos. O internacional canadiano adiantou os transmontanos no marcador com uma cabeçada certeira e inscreveu o seu nome na história do clube.
Seguríssimo!
Não é que o Sporting tenha conseguido criar muitas oportunidades de golo, mas, sempre que os leões se aproximaram da área contrária, o guarda-redes brasileiro disse presente, sendo peça fundamental para o triunfo histórico do Chaves em Alvalade. Quase sempre bem posicionado, Paulo Vítor foi transmitindo muita tranquilidade aos companheiros de equipa. Intransponível!
Ninguém passa
Quando o parceiro se apresenta a um nível superior, como foi o caso de Steven Vitória, o trabalho, neste caso de Nélson Monte, torna-se muito mais facilitado. O camisola 3 só teve de complementar com brio o excelente trabalho da linha defensiva dos flavienses. O ataque móvel dos leões não conseguiu ter muita liberdade de criação e esse é o maior elogio que pode ser feito aos centrais do Chaves.
Inconformado
O camisola 11 foi uma das novidades do onze, ao ocupar o lugar de Matheus Reis na ala esquerda do Sporting, e foi sempre um dos mais irrequietos da equipa liderada por Rúben Amorim. Os lances mais perigosos surgiram pelo seu lado e esteve sempre muito presente na ajuda defensiva e no apoio ao ataque. Faltou alguém que acompanhasse o seu ritmo.
Desequilibrador
Depois de uma temporada de bom nível na Segunda Liga, Batxi está apostado em colocar o seu nome na lista de revelações da Liga. Após uma primeira parte onde esteve algo escondido, o internacional angolano cresceu no segundo tempo e esteve diretamente ligado ao primeiro golo dos flavienses, ao sair dos seus pés o cruzamento para o cabeceamento certeiro de Steven Vitória. Promete.
Não acrescentou
No primeiro jogo em que mereceu a confiança de Rúben Amorim para ser titular, Rochinha revelou algumas dificuldades na ligação aos companheiros do ataque - Trincão e Edwards. Dispôs de algumas oportunidades, mas sem nunca conseguir criar real perigo junto à baliza de Paulo Vítor. Esperava-se um pouco mais do jogador recrutado ao Vitória SC neste defeso.
Muitos erros
As últimas semanas não têm sido propriamente fáceis para o jovem central dos leões. Depois de um ano em que consolidou o seu lugar entre os indiscutíveis de Rúben Amorim e com a crítica a pedir um lugar para ele na Seleção, o defesa de 21 anos tem apresentado alguns problemas nos últimos jogos. Alguma desconcentração, vários erros... Precisa de limpar a cabeça para reencontrar a sua melhor versão.





