Melhor era impossível. Com quatro jogos realizados, Portugal soma já quatro vitórias, comprovando em campo o favoritismo que já tinha na teoria.
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Depois da visita a Larnaca, Portugal regressa a casa para, no São Luís, voltar a defrontar os cipriotas, num jogo que pode ser importante para definir as contas portuguesas, uma vez que um triunfo deixaria a seleção de Rui Jorge, ainda de fora após testar positivo à covid-19, com 15 pontos, mais quatro do que a Grécia.
Os cipriotas realizaram uma exibição competente em casa, mas o facto é que Portugal não precisou de acelerar muito para ter várias oportunidades de golo e em alguns momentos dar espetáculo.
Vitinha foi a figura principal desse jogo, mas ficaram aspetos a corrigir. A vitória pela margem mínima num jogo com tantas oportunidades portuguesas justifica-se com a falta de capacidade para concretizar oportunidades, pelo que o ataque português pode sofrer alguma alteração.
Ainda assim, não se espera uma revolução na equipa portuguesa para o duelo com os cipriotas. André Almeida, em isolamento profilático, deve levar à entrada de Afonso Sousa no onze inicial, sendo que Paulo Bernardo também está de fora com covid-19.
A antevisão de Alexandre Silva, treinador adjunto de Portugal: «Esperamos mais uma boa oportunidade para desenvolvermos a nossa equipa, contra um bom adversário. Tal como o Rui [Jorge] e o Romeu [Almeida] já tinham referido na antevisão [ao primeiro jogo], o Chipre tem qualidade e esta é mais uma ocasião de demonstrarmos o valor do jovem jogador português».


