Está decidido o campeão nacional 2024/25! Ao quarto jogo da final do Campeonato Placard, o FC Porto arrecadou a terceira vitória diante do OC Barcelos (2-3) e selou a conquista do bicampeonato, algo que não acontecia no universo do emblema da Invicta, desde 2010/11.
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Grande ambiente, grandes jogadores e grandes decisões: tudo ingredientes que se auguravam e que não faltaram na Catedral.
Num início de jogo intenso e de muitas disputas entre portistas e barcelenses, o equilíbrio no resultado durou poucos minutos, fruto da grande capacidade de desarme dos jogadores visitantes.
Oportunos e decididos
Capazes de capitalizar alguma dose de indecisão (e talvez algum nervosismo pelo momento) dos hoquistas anfitriões, os pupilos de Ricardo Ares começaram por ameaçar e não tardaram a concretizar.
Rafa cedo mostrou ao que vinha com duas stickadas potentes e repletas de perigo para Conti Acevedo e, à terceira, não marcou, mas assistiu. Luís Querido, último homem antes do guardião argentino, permitiu a interceção e o camisola 9 só teve de aproveitar o espaço até servir Gonçalo Alves, com sucesso e de bandeja, para o 0-1.
Nos minutos que se seguiram, o OC Barcelos levou a cabo a reação que teve nas tentativas de Miguel Rocha e Pol Manrubia o expoente máximo de perigo perto da baliza de Xavi Malián (grande parada à tentativa do espanhol dos minhotos), mas, coeso, o FC Porto elevou a contagem.
Novamente errático a sair desde trás, o OC Barcelos foi apanhado em contra-patim e consentiu o 0-2, desta feita da autoria de Carlo Di Benedetto. No entanto, mesmo em cima do intervalo tudo, ficaria mais condimentado e com o resultado pela margem mínima.
OC Barcelos reapareceu, mas FC Porto selou a baliza
Oportuno a surgir na área azul e branca, Miguel Rocha fuzilou as redes de Malián, revigorando a esperança dos adeptos barcelenses na busca do eventual jogo 5.
No regresso dos balneários, os dragões procurara reter a iniciativa com uma posse de bola que fez a bola rondar a grande área dos barcelenses que, ainda com vestígios da energia providenciada pelo golo que encurtou a desvantagem, se mostraram ligadíssimos ao jogo.
No entanto e antes disso, Gonçalo Alves ampliou a favor dos dragões com um rocket de meia distância só ao nível dos melhores. De novo com dois golos para anular, desta vez a reação dos minhotos foi pronta e encabeçada na perfeição pela execução de Pedro Silva.
Daí para a frente e com o FC Porto em contagem decrescente e vantagem mínima para revalidar o título de campeão, os nervos apertaram para ambos os lados e Gonçalo Alves e Luís Querido não foram capazes de converter os respetivos livres diretos.
Nos instantes finais, o OC Barcelos deu o tudo por tudo, assediou como nunca a baliza azul e branca, mas o resultado não mais sofreu alterações. Terminado o sonho da reconquista para os barcelenses, nem por isso os adeptos locais esmoreceram o estado de espírito, permanecendo em comunhão com a equipa.
Já entre as hostes dos dragões, reinava a festa rija. As várias centenas de adeptos finalmente espantaram o nervosismo da vantagem mínima e, a plenos pulmões festejaram com a equipa até à entrega da taça de campeão.




