Sai em vantagem o FC Porto! No jogo 1 da final do Campeonato Placard, os dragões superiorizaram-se ao OC Barcelos, somaram a terceira vitória em oito jogos contra os minhotos esta temporada, assumindo a vantagem no à melhor de 5 que vai ter na Catedral barcelense o capítulo 2.
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Ritmo frenético
Com uma entrada portentosa e cheia de energia para atacar a baliza à guarda de Conti Acevedo, o FC Porto não tardou a fazer funcionar o marcador. Com Carlo di Benedetto em plano de evidência pela forma como foi capaz de aceder às zonas de finalização, os dragões chegaram à vantagem através de uma bela stickada do internacional francês.
Embora em desvantagem, o OC Barcelos não pareceu demasiado afetado com o resultado e, já depois de demonstrar capacidade para chegar a zonas incómodas para Xavi Malián, restabeleceu a igualdade.

Surgido de forma sorrateira junto a um dos postes da baliza dos dragões, Pol Manrubia deixou o ambiente e o despique nas bancadas ainda mais belo e efervescente.
Com o ritmo de parada e resposta imposto e aceite de parte a parte, os azuis e brancos mantiveram a tendência e recolocaram-se na frente. Já depois de um par de ameaças arquitetadas pelo ágil Ezequiel Mena, Telmo Pinto stickou forte de meia distância, deixando o guardião dos minhotos impotente.
Impotência à qual Malián também se familiarizou, pouco depois e a quatro minutos do descanso. Com espaço à entrada da área, Danilo Rampulla enviou um rocket que só parou no ângulo da baliza portista. 2-2 e tudo em aberto para os 25' que estavam por vir!
Parada e resposta sorri ao FC Porto
Na etapa complementar, o registo da partida pouco se alterou, mas desta feita coube ao OC Barcelos regressar mais incisivo.
Depois do cartão azul exibido a Mena, Miguel Rocha não conseguiu aproveitar o livre direto ao atirar um pouco ao lado da baliza de Malián e os dragões voltaram à dianteira, num ataque rápido superiormente convertido por Telmo Pinto.

Na resposta, Manrubia viu o guardião dos azuis e brancos levar a melhor no duplo duelo pessoal, numa espécie de aviso para novo empate. Lance de insistência sobre a direita, com Miguel Rocha a mostrar todo o instinto goleador evidente ao longo de toda a época.
No entanto, apesar do filme da igualdade voltar a repetir-se, repetiu-se também a reação eficaz do FC Porto. Após uma bela triangulação com direito a último passe de Ezequiel Mena, Rafa fez o 4-3 e selou o resultado final, depois de uma reta final em que os pupilos de Ricardo Ares souberam fechar de vez os caminhos da respetiva baliza.




