Na 12ª edição da Eusébio Cup, o troféu ficou em casa pela quinta vez! O Benfica voltou a homenagear a sua maior figura, a Pantera Negra, e apresentou-se em versão 2024/25 com uma goleada de 5-0 sobre os neerlandeses do Feyenoord.
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Roger Schmidt voltou a testar a relação entre algumas peças do seu novo 4-4-2 e pelo caminho construiu uma exibição absolutamente dominante. O marcador só ficou encerrado na reta final, quando Arthur Cabral fez o quinto, mas a festa já tinha começado bem antes e foi em grande parte devido ao notável impacto das caras novas da equipa.
Goleada com sangue novo
No contexto de um jogo de apresentação aos sócios e adeptos, nada melhor do que uma boa amostra por parte dos reforços. Foi isso mesmo que aconteceu este domingo, com um Benfica que aos 18 minutos já vencia por 4-0 e tinha as caras novas em plano de destaque.
Gianluca Prestianni chegou no fim de janeiro, mas só esta semana se mostrou pela primeira vez no relvado da Luz. Aproveitou os minutos frente ao Brentford e teve agora uma oportunidade no onze inicial, que aproveitou também! Foi o argentino de 18 anos que abriu o marcador ao nono minuto, com um belíssimo golo, e que quatro minutos depois arrasou a defesa neerlandesa no lance que originou o 2-0.

Quem chegou tarde ao estádio perdeu grande parte dos motivos, mas ainda encontrou o clima de festa. O Benfica estava por cima e o futebol e as bancadas trataram de mostrar a sua apreciação. Brian Priske, sucessor de Slot no comando do Feyenoord, aproveitou a pausa de hidratação para corrigir detalhes e conseguiu abrandar a avalanche encarnada, mas o 5-0 esteve sempre mais perto do que o 4-1. Que o diga Prestianni, que ainda atirou à trave antes de ser substituído ao intervalo.
Troféu na preparação
Ainda à procura do seu melhor onze para os jogos oficiais, Roger Schmidt mexeu algumas peças ao intervalo. Lançou António Silva, Carreras, David Neres e Marcos Leonardo. A equipa adversária só mudou o guarda-redes, mas apresentou-se no segundo tempo com uma postura bem distinta, entrando para o seu período mais dominante do jogo.

Pavlidis foi ovacionado pelos adeptos na sua saída e para o seu lugar entrou João Rego. Seguiram-se alguns minutos em que Schmidt analisou o comportamento da sua equipa sem uma referência fixa, mas não gostou. Tanto assim foi que o técnico lançou Arthur Cabral para os cinco minutos finais e o impacto foi notável. O brasileiro nem entrou particularmente bem (um par de passes falhados criou desconfiança); mas apareceu no sítio certo para responder ao cruzamento de Tiago Gouveia e fechar o resultado final.
A noite acabou com João Mário a erguer o troféu da Eusébio Cup. É uma conquista não oficial, mas não deixa de ser também um presságio interessante para a temporada que se avizinha...









