Já só falta o Benfica para a final ser perfeita... para o lado português. Contra o Anderlecht, os leões não tiveram dificuldade de maior depois de uma entrada absolutamente implacável na partida. Os números acabam por ser naturais para quem viu o jogo, mas estranhos tendo em conta que estamos numa final four.
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O que é certo é que o Sporting não deixou os créditos por mãos alheias. Não subestimou o adversário e levou o jogo de forma extremamente séria mesmo sendo uma partida em que, na teoria, eram favoritos. Teve a sua recompensa com a passagem a uma nova final de Liga dos Campeões. A luta pelo tri está viva!
Demasiado fácil
Não queremos ser injustos ao ponto de dizer que isto ficou resolvido no primeiro golo do Sporting. Mas as muitas facilidades que o Anderlecht mostrou nas bolas paradas contra... previa este desfecho. Porque quem gosta de futsal sabe quanto o Sporting é perigoso neste tipo de jogo. Acreditamos que o Anderlecht sabia disso, mas foi incapaz de o provar.
Foi assim o primeiro, foi assim o segundo. Ao terceiro deram o espaço que não se pode dar a Merlim. E, aí sim, o jogo ficou resolvido. Em poucos minutos toda a gente percebeu isso. O Sporting estava a caminho da grande final da Liga dos Campeões e com todo o mérito porque jogou o seu jogo sem qualquer tipo de sobranceria para com o adversário.
O quarto e o quinto acabaram por vir por arrasto, também eles de bolas paradas, e o Sporting ia-se divertindo com responsabilidade. Prova disso? O sexto, marcado por Erick de forma acrobática, a passe de Merlim. E foi assim, para pena de Diogo, que bem tentou marcar à ex-equipa, até ao intervalo: 6-0 e uma passagem que já não ia fugir.
Para o segundo tempo sobrou a confirmação. Os leões passaram a batata quente para os belgas, ainda sofreram um golo, mas acabaram por marcar o sétimo e até selar um recorde: a maior vitória da história em meias-finais da Champions. Os últimos minutos foram de festa rija, com uma comunhão entre adeptos e jogadores bonita de se ver. Venha a final!








