Final tardio e sem golos da jornada 20 na Liga Portugal Bwin. Apesar do maior volume ofensivo, o Boavista foi incapaz de encontrar o caminho do golo e não foi além de nulo (0-0) na receção ao Casa Pia.
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Amargo de boca para os homens de Petit, dominadores - três bolas nos ferros - em grande parte do duelo, que ficou também marcado pela expulsão de Seba Pérez. No lado visitante, um ponto importante para uma equipa a necessitar de confiança.
Panteras furiosas, mas de pouca eficácia
Só faltou o golo ao Boavista na etapa inicial do encontro. Com qualidade e dinâmica, a equipa de Petit não demorou até encostar o adversário a zona recuada. Sebastián Pérez ofereceu critério no regresso às opções, enquanto Mangas esteve bastante ativo pelo flanco direito, a dar garantias em posição mais avançada.

Yusupha atirou ao ferro logo a abrir, feito que Mangas também conseguiu num potente remate cruzado. O Casa Pia demorou até entrar no jogo, com um remate de Kunimoto a ser o único destaque ofensivo dos Gansos até ao descanso. Os visitantes, contudo, tiveram capacidade de para suster a pressão e pausaram de forma inteligente o ritmo, com o duelo a perder gás.
Foi numa toada de bastantes paragens que chegou o intervalo. Atento à necessidade de frescura dos seus homens, Filipe Martins lançou Beni Mukendi para o segundo tempo, alteração que coincidiu com um crescimento dos Gansos na partida. O conjunto lisboeta passou a ser capaz de ter bola no meio-campo adversário, porém, os homens da casa seguiram perigosos.
Após cruzamento a régua e esquadro de Bruno Lourenço, o avançado Yusupha fez o mais difícil e finalizou para defesa de Ricardo Batista. Quase na sequência, o gambiano voltou a desperdiçar em excelente posição, numa noite infeliz neste capítulo. Os axadrezados voltaram a carregar, mas acabaram traídos pela agressividade.
Já amarelado, uma falta de Seba Pérez sobre Yuki Soma resultou na expulsão do médio, num duro golpe para as aspirações do Boavista. Ainda assim, o Casa Pia não teve força para aproveitar verdadeiramente esta vantagem, pertencendo mesmo a Martim Tavares a melhor oportunidade até ao último apito de Manuel Mota.
Sabores diferentes para esta divisão de pontos.









