Era um dos jogos grandes do Boxing Day e o principal ponto de interesse nesta segunda-feira. Conseguiria o Arsenal manter a forma que apresentou antes da pausa? Será que Arteta iria encontrar solução para a lesão de Gabriel Jesus? As respostas foram dadas, uma vez mais, em grande estilo.
Dúvidas houvesse e bastou assistir aos primeiros minutos para perceber que o Arsenal não tinha mudado uma linha da identidade que tinha apresentado nos primeiros meses de Premier League.
Com Wenger no Emirates pela primeira vez desde 2018, os Gunners não se sentiram melindrados perante tão ilustre presença e até marcaram cedo, tendo o golo sido anulado por fora de jogo de Nketiah, titular no lugar do lesionado Gabriel Jesus.
O único ponto negativo na exibição do Arsenal esteve na hesitação de Saliba, que resultou no penálti cometido sobre Bowen e no golo dos Hammers, que até então tinham visto a baliza de Ramsdale a uma longa distância.
A desvantagem ao intervalo podia ter feito tremer os homens de Arteta, mas o Arsenal manteve-se igual a si próprio e assumiu o jogo com conforto, independentemente do 0-1 no marcador.
Com ordem para disparar mais vezes à baliza de Fabianski, a recuperação foi tão natural como esperada. Saka fez o empate após remate falhado de Odegaard e Martinelli consumou a reviravolta com um golo ao primeiro poste. Nketiah colocou a cereja no topo do bolo com um excelente golo, a provar que ele, tal como o Arsenal, veio para ficar.


