A poucos dias da visita a Milão para defrontar o Inter para a Liga dos Campeões, o Liverpool não fez grandes poupanças no onze inicial, mas jogou em ritmo de poupança para bater o Burnley pela margem mínima.
Os Reds acabaram com menos remates à baliza e Alisson foi o guarda-redes com mais defesas efetuadas, mas no final das contas foi o golo de Fabinho, perto do intervalo, a contar.
Luis Díaz não saiu do banco, ao contrário de Diogo Jota, que entrou já na segunda parte e teve uma grande ocasião a passe de Salah, mas antes do golo foi o Burnley a criar ocasiões de perigo.
Alisson evitou o golo de Tarkowski na sequência de um lance de bola parada, onde o Burnley conseguiu criar sempre muito perigo - Weghorst também teve boas ocasiões - mas o último classificado da Premier League provou do próprio veneno.
Na sequência de um pontapé de canto, Fabinho respondeu a um desvio ao primeiro poste e encostou para o único golo da partida, suficiente para manter o Liverpool no segundo lugar, a nove pontos do Manchester City, mas com um jogo a menos.


