Mesmo sem o capitão, mais duas cabeçadas em nome de Portugal, com a vitória a chegar de uma forma bem mais tranquila do que na quarta-feira. A equipa de Fernando Santos voltou à Hungria, onde já tinha jogado no Euro, e bateu o Catar por 3x1 num particular que separa dois jogos oficiais, com uma equipa totalmente renovada em relação ao último jogo.
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Estreia em bom português
Ainda que com um onze completamente diferente daquele que na quarta-feira defrontou a República da Irlanda, Portugal entrou em campo determinado a vencer a seleção do Catar, que nos minutos iniciais foi criando algum perigo, sempre patrocinado pela dupla de Almoez e Afif, que ainda viu o primeiro a atirar ao ferro ao nono minuto.
Do lado luso, Otávio tornava-se no grande destaque. Já o era antes do pontapé de saída, com a sua inclusão no onze a ser a novidade de maior realce, mas a cada toque na bola o «brasileiro» tornava-se mais português para aqueles que questionaram a sua inclusão, pois era inicialmente aquele que mais jogo criava.

Sinal vermelho na fotocópia
A primeira parte terminou com Meeshal Barsham, guarda-redes do Catar, a ver o vermelho direto por uma falta sobre Gonçalo Guedes, com o lance a ser confirmado pelo VAR. Com menos um, o anfitrião do próximo Mundial retraiu-se, mas não deixou de mostrar qualidade no contra-ataque. Foi num desses lances que o luso-catari Pedro Ró-Ró correu pela faixa direita até ganhar um canto, a partir do qual Abdelkarim Hassan marcou.
O jogo era nesse momento uma fotocópia da vitória lusa de quarta-feira. Não na ordem dos acontecimentos, mas no facto de mais uma vez estar um 2x1 no marcador formado exclusivamente por golos de cabeça. Houve ainda tempo para mudar esse destino, no entanto.
Foi já na reta final que Portugal chegou ao terceiro golo, com intervenientes que tinham saltado do banco. Diogo Jota ganhou uma grande penalidade após corrida na profundidade e Bruno Fernandes converteu a mesma. Objetivo cumprido mais uma vez, mas sem pontos para acumular. Segue-se o Azerbaijão.






