O Paços de Ferreira não teve tarde fácil, mas conseguiu o que a lógica indicava: eliminou a Sanjoanense e seguiu para a próxima fase da Taça de Portugal.
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Mesmo sem massacrar, a equipa de Pepa começou por cima e o golo surgiu de forma natural, num canto que acabou com um pontapé de bicicleta de Diaby, bonito do ponto de vista dos castores, ilegal na perspetiva dos visitantes, que protestaram eventual jogo perigoso.
Em vantagem, a equipa de Pepa sentiu o jogo na mão e, aos poucos, foi sofrendo alguns calafrios, nomeadamente quando Belkheir se colocou em boa posição para empatar, embora rematando frouxo.
Com a noção de que a sua equipa era melhor, mas que o jogo estava bem longe de estar decidido, Pepa incutiu na sua equipa um novo espírito no regresso dos balneários, percebendo-se desde logo que a intenção era resolver o jogo a tempo de evitar sustos.
Esteve perto, até porque Gava atirou ao poste, mas não conseguiu, e permitiu aos ruidosos adeptos que viajaram de São João da Madeira continuarem com os cânticos em plena crença de que algo poderia mesmo acontecer.
Não foi por acaso que se viram demoras na reposição de bola por parte de um Paços que nem com a entrada de Pedrinho melhorou significativamente.
Foi com sofrimento e muito pouco brilho que o conjunto da Liga NOS carimbou a passagem à próxima fase, num jogo que acabou com uma bola tirada em cima da linha de golo da baliza dos castores e, na resposta, um desperdício de Yago depois de correr todo o campo para atirar ao lado.


