No último jogo da temporada para V. Setúbal e Rio Ave o resultado foi o menos importante. Cinco meses depois de lhe ter sido diagnosticado um linfoma, Nuno Pinto voltou aos relvados, foi titular e recebeu uma bonita e merecida homenagem.
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Quanto à partida, num dia de festa para os adeptos do Vitória, acabou por ser o Rio Ave a demonstrar mais uma vez que a época acabou demasiado cedo para os vila-condenses, apesar do ritmo baixo com que se disputaram os 90 minutos.
Equilíbrio e ritmo de final de temporada
O jogo começou com um Rio Ave em modo final de época, muito desatento e o Vitória quase aproveitou, valeu Paulo Vítor a resolver um erro seu e a negar o primeiro da partida a Allef.

As oportunidades chegavam dos pés de Éber Bessa ou Nuno Santos, que exploravam muito bem as bolas paradas, mas acabou por ser Joca o protagonista do lance de maior perigo, que resultou da melhoria do Rio Ave. O médio surgiu isolado e rematou ao poste, num lance em que ficaram dúvidas se a bola terá ou não entrado na baliza.
O jogo só acaba depois do apito final...
O segundo tempo começou com uma ameaça de Nuno Santos, à qual se seguiu o primeiro golo da partida. Bruno Moreira aproveitou uma desatenção de Nuno Valente, intercetou o passe e rematou cruzado para o fundo das redes.

Ora, não marcou Cádiz...marcou o Rio Ave. O jogo já parecia fechado e as duas equipas conformadas com o empate no marcador, mas Bruno Moreira voltou a abanar as redes já para lá dos 90’. Antes do apito final, houve ainda tempo para Said fazer o gosto ao pé, assistido por Bruno Moreira, um dos destaques da partida, que se tornou o melhor marcador da equipa, ultrapassando Carlos Vinícios.









