México e Chile encontraram-se para disputar o último jogo dos quartos-de-final da Copa América. Com um jogo de sentido único, o Chile conquistou uma vitória por 7x0 e garantiu a presença nas meias-finais da prova, onde vai jogar com a Colômbia.
México, o seu próprio inimigo
De início saltou logo à vista uma novidade no onze do Chile: Edson Puch. O avançado de 29 anos estreou-se a titular nesta Copa América e, de fininho, mostrou que esta era uma escolha que Juan Antonio Pizzi não se iria arrepender.
Para começar a assinar uma boa prestação nada melhor do que um golo. Aos 16 minutos, depois de uma excelente jogada de Diaz, Putch não vacilou e abriu o marcador.
A ansiedade e a desorganização marcavam a exibição dos mexicanos, com muitos passes falhados e a ceder muito espaço, principalmente, no meio-campo. Perante a pouca posse de bola do México, o Chile aproveitava este espaço, de forma tranquila, para impor o seu jogo.
Com tudo controlado, a vantagem não tardava em aumentar. Depois de um falso alarme com um golo bem invalidado a Vargas, o mesmo homem acabou por assinar o 2x0, mesmo em cima do intervalo.
Começou a goleada!
A timidez e a ansiedade do México pareciam ter desaparecido nos primeiros minutos do segundo tempo, depois da entrada da Jiménez e havia alguma expectativa de uma resposta mexicana. Mas foi apenas uma grande ilusão. Uma casa enorme de Herrera ajudou Alexis Sanchez a começar a goleada que se avizinhava.
Mesmo com a Chile a gerir o jogo, a formação mexicana limitava-se a ver jogar, com uma exibição muito fraca para aquilo que era expectável. Ofensivamente, Lozano e Chicharito deixavam muito a desejar.
Entre olés vindos das bancadas e um Chile que continuava a atirar certeiro, o marcador só parou no 7x0, com mais três golos de Vargas e um bis de Puch, ao cair do pano.






