O Paraguai foi à luta e deu tudo para travar a França, mas uma grande penalidade fez a diferença no marcador (0-1). Mbappé, vítima da agressividade adversária ao longo do jogo, mostrou frieza no momento da decisão e continua a realizar uma grande prova.
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Um campeão também é feito destes desafios e os Bleus não tiveram problemas em vestir o fato-macaco. Segue-se Marrocos, num apetitoso duelo dos quartos de final entre velhos conhecidos.
Resposta a teste diferente
Sem surpresa, o Paraguai mostrou o mesmo registo da partida frente à Alemanha, com organização, competitividade e agressividade. O expectável, porém, não facilitou a tarefa à França, que demorou para desmontar o adversário.
Alguns registos de Mbappé no Campeonato do Mundo:
➡ 7 golos no Mundial 2026: melhor marcador da prova, em igualdade com Messi
➡ 19 golos em 19 jogos na competição: 2.º melhor marcador, a um golo de Messi
➡ 11 golos na fase a eliminar - mais três do que o 2.º maior goleador na… pic.twitter.com/qZeSEcGTVs
— Playmaker (@playmaker_PT) July 4, 2026
Apesar da muita posse de bola, raramente os comandados de Deschamps criaram perigo até ao descanso. O intenso calor teve o seu impacto, mas faltou velocidade na construção dos vice-campeões do mundo.
Com a urgência, a França trouxe um pouco mais de dinamismo após o descanso. Contudo, a entrada de Désiré Doué acabou por ser um momento-chave na partida, com o criativo a agitar a favor dos gauleses.
Já depois de algumas ameaças, Doué conquistou uma grande penalidade através da sua capacidade em espaços curtos, numa má tentativa de corte de Diego Gómez. Mbappé não perdoou e chegou aos sete golos só nesta edição.
O Paraguai não atirou a toalha ao chão, mas a agressividade não foi colocada nos momentos certos. A equipa foi ao limite e honrou o país nesta prova, sem ter o talento das restantes seleções sul-americanas que entraram em competição.
Esta França não tem medo da luta e, mesmo sem grande inspiração, provou quem tem casca de campeão. O mais sério candidato.
Análise dos Jogadores: Notas e Avaliação
Kylian Mbappé (França): não virou a cara à luta e deu o exemplo como capitão. Na grande penalidade, revelou classe e confiança.
Désiré Doué (França): entrou muito bem na partida e acrescentou o que Barcola não estava a conseguir. Muito mérito e a ganhar pontos na luta pela titularidade.
Orlando Gill (Paraguai): mais um par de intervenções de elevada qualidade e novo jogo de valorização para este gigante.
Matías Galarza (Paraguai): uma pena ter canalizado a vontade de vencer em momentos injustificados de agressividade e algumas tentativas de simulação. Capacidades de representação ao nível das primeiras temporadas de Morangos com Açúcar.
O árbitro
Incapacidade para controlar a agressividade dos paraguaios, que passou das marcas em alguns momentos.
Incidentes: O filme do jogo









