A seleção nacional de futebol de praia venceu, nesta sexta-feira, a Bielorrússia por 4-5 e avança para as meias-finais do EBSL Andalucia Division A 2026 em primeiro lugar do grupo B. A partida decorreu no Real Plaza de Toros el Puerto de Santa Maria em Cádiz.
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No terceiro jogo da fase regular, Portugal entrou a perder logo no primeiro remate do encontro, mas rapidamente deu a volta ao marcardor por intermédio de Rúben Brilhante e Fábio Costa. Apesar de ter estado a vencer por 1-2, a seleção nacional deixou-se empatar e o resultado fixou-se em 2-2 no final do primeiro período.
A Bielorrússia voltou a colocar-se em vantagem no segundo período, depois da marcação de um canto, no entanto Portugal conseguiu reagir e voltou a operar a reviravolta.
Fábio voltou a fazer balançar as redes e Filipe Santos 'Tim' com um pontapé de bicicleta, também adicionou o nome à lista de marcadores e o resultado no final do segundo período era favorável a Portugal (3-4).
No último período, a seleção nacional aumentou a vantagem através de Bê Martins, no entanto, o capitão bielorrusso diminuiu a liderança lusa no minuto seguinte através de um remate forte.
Até ao final da partida, Portugal assumiu maior solidez defensiva e selou o resultado em 4-5. O acesso à final vai ser jogado este sábado e Portugal pode enfrentar Espanha ou Suíça.
Bruno Torres em discurso direto
«É sem dúvida um balanço positivo, tendo em conta que ganhámos os três jogos, e acima de tudo porque a equipa correspondeu às expectativas. Sabíamos de antemão que o último jogo desta fase seria o mais difícil e confirmou-se. O nível de jogo foi completamente diferente. Os dois primeiros adversários iriam dificultar-nos a vida ao máximo, iriam obrigar-nos a um estilo de jogo completamente diferente, e de que não gostamos tanto porque se torna demasiado passivo. Nós gostamos do jogo com mais mobilidade, mais ativo. Acima de tudo procuramos vencer os jogos e manter um bom equilíbrio defensivo o que, nestas circunstâncias, pode ser um pouco difícil porque a equipa se balanceia muito, entre ataque e transições defensivas.
Portugal luta pela vitória em todos os jogos, fazemo-lo passo a passo e queríamos, sobretudo, qualificar-nos para a fase final do Europeu. Conseguimo-lo ao fim de duas jornadas, mas hoje definimos como etapa ganhar o grupo e, num plano teórico, poder ter alguma vantagem numa meia-final, o que é sempre subjetivo.
Qualquer seleção está dependente de uma boa e equilibrada renovação e nós temos tido ao longo dos anos o surgimento de talentos jovens que rapidamente chegam a este espaço da Seleção, o que lhes permite um amadurecimento mais rápido e com outro tipo de qualidade. Este ano foi o Pola, é inteiramente justo porque além da qualidade tem uma personalidade fenomenal, mas ao longo dos anos houve outros que não foram galardoados e também têm muita qualidade, por exemplo o Rúben Brilhante que é uma promessa que não foi reconhecida neste tipo de galas e se tivesse sido também teria sido inteiramente justo»






