Portugal entrou com autoridade no Torneio de Montreux, ao vencer a Suíça por 1-6 na primeira jornada do Grupo B, num encontro que marcou a estreia de Reinaldo Ventura como selecionador nacional.
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O arranque foi equilibrado, mas bastou um rasgo individual para desbloquear o jogo. Aos oito minutos, Zé Miranda puxou do stick e, do meio da rua, inaugurou o marcador com um remate potente que não deu hipóteses.
Portugal soltava-se e, pouco depois, voltou a ferir. Viti apareceu na zona interior, bem servido por Gonçalo Pinto, e fez o 0-1 com classe.
A Suíça ainda reagiu, aproveitando um momento de menor controlo português. Aos 17 minutos, Yanic Dysli reduziu para 1-2, após defesa incompleta de Xano Edo, mantendo a partida em aberto.
Mas a resposta lusa voltou a surgir em momento crucial. A dois minutos do intervalo, Zé Miranda vestiu o fato de assistente e ofereceu o golo a Hélder Nunes, que, com tempo e espaço, picou a bola sobre o guarda-redes para o 1-3.
Na segunda parte, Portugal entrou decidido a fechar a questão. Aos 13 minutos, Gonçalo Alves ampliou para 1-4 na conversão de uma grande penalidade, consolidando a superioridade portuguesa. Pouco depois, nova grande penalidade, mas, desta vez, Viti não conseguiu bater o guardião suíço, num dos raros momentos de desperdício ofensivo da equipa das quinas.
O jogo caminhava para o fim quando voltou a surgir o nome da noite. A cinco minutos do apito final, Zé Miranda, novamente do meio da rua, fez o quinto golo após assistência de Viti, num remate que espelhou confiança. E quase de imediato, voltou a marcar, fechando a contagem em 1-6 e assinando um hat-trick que confirmou a sua exibição de luxo.
Mais do que o resultado, Portugal deixou excelentes indicações na estreia de Reinaldo Ventura. Com um coletivo sólido e um Zé Miranda em plano de destaque - decisivo a marcar e a assistir -, a seleção nacional começou Montreux da melhor forma e reforçou a ambição.






