O favoritismo confirmou-se uma vez mais! A Dinamarca regressou ao topo do andebol europeu ao vencer a Alemanha por 34-27, consolidando ainda mais o seu lugar no mais alto patamar da modalidade. Os nórdicos disputaram oito encontros em Herning e perderam apenas uma partida: frente a Portugal, no passado dia 20 de janeiro. Trajeto impressionante por parte de uma das melhores gerações de sempre do andebol.
Tal como seria de esperar, a primeira parte foi equilibrada, com vantagens mínimas no marcador. Apesar do elevado ritmo imposto pela turma da casa, os germânicos responderam com qualidade e foram capazes de contrariar as investidas adversárias, recolhendo aos balneários a perder apenas por 18-16, após 30 minutos de grande intensidade e argumentos por parte das duas seleções.
O segundo tempo manteve o nível de intensidade, com os guarda-redes a brilharem. Kevin Moller (considerado o most valuable player da final) substituiu Emil Nielsen com enorme destaque, enquanto Andreas Wolff voltou a demonstrar o porquê de ter sido eleito o melhor guardião do torneio. Ainda assim, os dinamarqueses, apoiados por 15 mil espetadores, conseguiram construir um triunfo sólido (34-27), na sequência de uma reta final irrepreensível.
Em termos individuais, Simon Pytlick foi o principal destaque ofensivo, com oito golos, enquanto Mathias Gidsel - o melhor jogador e marcador da competição - acrescentou sete tentos. Os principais golos alemães foram repartidos por três atletas: Johannes Golla, Juri Knorr e Marko Grgic, todos com cinco remates certeiros.



