Foi quase uma canção de embalar, cantada pelo coro de Vasco Matos, mas o maestro da banda bracarense alterou os planos. O SC Braga venceu o Santa Clara (1-0) num jogo pouco conseguido e com muito poucos motivos de interesse. Ricardo Horta marcou e deixou os três pontos na Pedreira
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Desde cedo se percebeu o rumo que o jogo iria levar. O Santa Clara manteve desde o início o bloco baixo e compacto e o SC Braga teve à sua mercê toda a posse de bola, mas sem conseguir criar qualquer perigo à baliza dos açorianos.
Apesar do jogo ser todo jogado no meio campo ofensivo dos bracarenses, foi o Santa Clara quem teve a primeira grande oportunidade. Brenner Lucas isolou-se após passe de Serginho e, na cara de Hornicek, tentou o chapéu, mas este bateu contra o checo.
No meio do marasmo vivido no primeiro tempo, o SC Braga conseguiu adiantar-se no marcador depois de um erro não forçado da equipa de Vasco Matos. Depois de uma perda de bola de Adriano Firmino a meio-campo, Moutinho lançou Gabri no corredor direito e este assistiu Horta de cabeça. O 21 bracarense, solto de marcação dentro da área, atirou a contar na cara de Gabriel Batista, levando a sua equipa em vantagem para o intervalo.
No segundo tempo, a toada manteve-se. O Santa Clara não se expôs e o SC Braga não aumentou a mudança na caixa de velocidades. Muita posse de bola - passiva - e nenhum registo de grande oportunidade para qualquer dos lados.
Nos últimos minutos, já com o silêncio nervoso da Pedreira em ação, o Santa Clara conseguiu ter mais posse e causar calafrios aos bracarenses, mas sem nenhum destes momentos se traduzir em perigo efetivo à baliza de Hornicek.
O SC Braga continua a sua senda vitoriosa, desta feita sem convencer.
Incidentes: O filme do jogo






