Temos líder isolado na tabela da Primeira Liga! O jogo grande da quarta jornada foi entre Sporting e FC Porto, duas equipas que ainda só conheciam o sabor da vitória nesta competição, e terminou com rasgados sorrisos da equipa da casa...
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Rúben Amorim não tinha o melhor registo contra este adversário, o responsável pela sua última derrota da temporada transata e a primeira de 2024/25, mas levou a sua equipa a uma exibição dominante e a um justo marcador de 2-0, que dá ainda mais motivação a uma equipa que busca o bicampeonato. Viktor Gyökeres e Geny Catamo, nomes talhados para jogos grandes, resolveram.
Estilo Supertaça... com pior finalização
Menos azul, mais verde - tudo normal, sendo o habitat do leão - e um emocionante festival com as recém-instaladas luzes e instrumentos pirotécnicos. Só mesmo essa moldura de Alvalade poderia impedir os adeptos de confundir o jogo deste sábado com o do início do mês, em Aveiro, já que o cenário dentro das quatro linhas foi bastante semelhante.
O FC Porto foi uma vez mais quem entrou com maior rotação, chegando à área adversária por duas vezes nos minutos inaugurais, mas, ao fim de uns minutos, lá cedeu esse posto ao Sporting. Erradicado o nervosismo inicial, os leões acamaram a bola junto ao tapete e circularam-na com intenção até ganharem conforto suficiente para atacar a baliza adversária.

Se o último Clássico chegou ao intervalo com um 3-1 no marcador e este manteve o nulo, com um volume de remates e oportunidades semelhantes, então apenas um gesto técnico serviu para distinguir os dois jogos: finalização.

Leão sem travão
Importa ressalvar que a falta de golo não se deve apenas a demérito do Sporting no momento do remate. Houve muito mérito individual do FC Porto na forma como levou todos os lances até ao limite! Zé Pedro provou isso aos 17 minutos, quando travou o remate de trincão em cima da linha, e Alan Varela reforçou a tese aos 52´, fazendo o mesmo a Gyökeres. A ordem divina era que nenhuma bola entrasse!

Vítor Bruno foi ao banco para tentar saldar a dívida de marcador. Lançou o estreante Samu Omorodion, além de João Mário, Eustáquio, Gonçalo Borges e Navarro, mas não conseguiu sequer ameaçar uma inversão do desfecho... Quanto a esse desfecho, quaisquer dúvidas que pudessem existir foram apagadas aos 90+3, quando Geny Catamo, que tinha acabado de passar para a sua faixa predileta, assinou o 2-0 com um golaço.
Em Alvalade a festa começou cedo este ano e, quem sabe, talvez dure até maio...






