Roman Abramovich viu, esta quinta-feira, o governo do Reino Unido congelar-se todos os seus ativos, como forma de reprimir russos ricos com ativos no país, e o clube londrino reagiu ao sucedido, garantindo estar em conversas para que as mesmas sanções não lhe sejam prejudiciais.
«O Chelsea Football Club foi informado de que o seu proprietário Roman Abramovich foi sancionado pelo governo britânico. Em virtude da sua propriedade a 100% do Chelsea FC plc e entidades filiadas, o Chelsea FC estaria normalmente sujeito ao mesmo regime de sanções que o Sr. Abramovich. No entanto, o Governo britânico emitiu uma licença geral que permite ao Chelsea FC continuar determinadas atividades», começa por ler-se na nota oficial do clube inglês.
«Cumpriremos hoje [quinta-feira] os compromissos da nossa equipa masculina e feminina contra Norwich e West Ham, respetivamente, e tencionamos participar em discussões com o Governo do Reino Unido relativamente ao âmbito da licença. Isto incluirá o pedido de autorização para que a licença seja alterada de modo a permitir que o Clube funcione da forma mais normal possível. Também procuraremos obter orientação do Governo do Reino Unido sobre o impacto destas medidas na Chelsea Foundation e o seu importante trabalho nas nossas comunidades», conclui a nota.
Esta licença especial concebida ao Chelsea permite, recorde-se:
- Pagar salários de todos os funcionários, incluindo jogadores e treinadores;
- Pagar custos de viagens, embora nunca excedendo 20 mil libras/24 mil euros por jogo, por equipa;
- Pagar custos para organizar jogos em casa, não excedendo 598 mil euros por jogo;
- Adeptos que compraram bilhete de temporada ou bilhete para jogos específicos antes de 10 de março podem assistir aos jogos;
- Jogos do clube podem ser transmitidos na TV
Statement from Chelsea Football Club.
— Chelsea FC (@ChelseaFC) March 10, 2022







