25/07 - 09:00
25/07 - 10:00
25/07 - 11:00
25/07 - 12:00
25/07 - 12:00
25/07 - 14:00
25/07 - 14:00
25/07 - 15:00
25/07 - 15:00
25/07 - 16:00
25/07 - 17:00
25/07 - 17:00
25/07 - 18:00
25/07 - 19:00
25/07 - 19:00
25/07 - 19:30
25/07 - 20:00
25/07 - 22:30
25/07 - 23:00
25/07 - 23:15
26/07 - 11:00
26/07 - 12:00
26/07 - 13:00
26/07 - 15:00
26/07 - 15:30
26/07 - 16:00
26/07 - 20:00
26/07 - 20:00
26/07 - 23:30
26/07 - 23:30
26/07 - 11:00
26/07 - 12:00
26/07 - 13:00
26/07 - 15:00
26/07 - 15:30
26/07 - 16:00
26/07 - 20:00
26/07 - 20:00
26/07 - 23:30
26/07 - 23:30
25/07 - 12:00
25/07 - 14:00
25/07 - 15:00
25/07 - 17:00
25/07 - 19:00
25/07 - 19:00
25/07 - 20:00
25/07 - 23:00
26/07 - 13:00
26/07 - 15:30
26/07 - 20:00
25/07 - 23:15
26/07 - 23:30
25/07 - 09:00
25/07 - 10:00
25/07 - 11:00
25/07 - 12:00
25/07 - 14:00
25/07 - 15:00
25/07 - 16:00
25/07 - 17:00
25/07 - 18:00
26/07 - 11:00
26/07 - 12:00
26/07 - 15:00
26/07 - 16:00
25/07 - 22:30
26/07 - 20:00
26/07 - 23:30

As gentes de Vila do Conde durante anos viram o seu clube viver à sombra do rival Varzim. "Encurralados" entre as zonas de influência do FC Porto e dos varzinistas, os verde-e-brancos cresceram à custa do esforço e suor de gerações de jogadores, treinadores, dirigentes e sócios.
Gente do mar e da lavoura, uniu esforços para tornar o Rio Ave aquilo que é hoje, um clube considerado um exemplo no aproveitamento das suas escolas, uma "casa" onde os anos passam e a sua força se reforça...
Esta é a história do Rio Ave, desde as suas origens humildes até ser um membro praticamente permanente do clube dos grandes.
Origens humildes
Só em 1979/80 é que os verde-e-brancos subiram ao primeiro escalão. Cedo a visita a Vila do Conde tornou-se sinónimo de problemas, inclusive para os três grandes.
[Texto escrito em 2011 e revisto em 2014]